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As vendas on-line de passagens rodoviárias atualmente correspondem a cerca de 6% do total de bilhetes comercializados no país. Esse índice pode chegar a 29% em 2023, indica a mais recente edição do estudo E-Rodoviário, desenvolvido pela ClickBus. Preparando-se para esse crescimento, a Socicam, empresa de gestão de terminais rodoviários e urbanos no Brasil, reformulou os sites de 12 de seus terminais rodoviários, possibilitando buscas, comparações de preço e compra de passagens.

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O uso do geomarketing permite às empresas entenderem onde os clientes estão geograficamente e a descrição do perfil, como estrutura familiar, valores, padrão de deslocamento, poder e padrão de compra, etc. “Isso permite prospectar novos clientes ou gerenciar os atuais, inclusive realizando marketing direto e outras ações”, afirma José Augusto Sapienza Ramos, professor e coordenador acadêmico do Sistema Labgis/UERJ. Essas vantagens vem fazendo o geomarketing crescer expressivamente, no entanto, a dimensão atual ainda é tímida frente ao alto potencial do mercado, segundo o professor. “No geral muitas empresas estão descobrindo os benefícios do geomarketing e avaliando as possíveis aplicações. Vejo hoje um aumento na quantidade de empresas especializadas em prestação de serviço para Geomarketing. Cresce também a lista de organizações que já contam em seus organogramas um setor destacado ao tema”, conta Ramos.
Por dar apoio à tomada de decisão, o geomarketing pode ser aplicado em diversos campos de gestão dentro de uma empresa, segundo explica Ramos. “Podemos citar a gestão de uma rede de pontos de vendas analisando a cobertura e planejando a expansão, a logística de toda a cadeia produtiva, a gestão de vendas, entre outros. Usar geomarketing é colocar a geografia em pauta nos procedimentos da empresa onde o espaço se apresenta importante, trazendo como benefício o aumento de qualidade destes procedimentos por meio de uma análise mais completa”, explica. Apesar disso, Ramos ressalta que só adotar a tecnologia não basta. “É necessário aprimorar os processos da empresa, principalmente a gestão, se valendo desta tecnologia. Só assim o real potencial do geomarketing será apropriado”, afirma.
Na visão do professor, mesmo que sem perceber, muitas empresas usam geomarketing, ainda que basicamente, quando se tem uma análise que diz respeito a informações geográficas. “Por exemplo, quando segmentam uma análise em estados e municípios ou quando utilizam o Google Earth ou sistemas correlatos para observar a distribuição espacial dos seus pontos de venda. Todavia o geomarketing pode fazer muito mais do que dividir tabulações por divisões políticas ou apresentar pontos em mapas. É possível analisar e entender efetivamente a dinâmica espacial aplicando as técnicas devidas”, reforça o professor.
Quando as empresas discutem como aplicar o geomarketing, segundo Ramos, se resumem a qual software utilizar e qual base de mapas digitais deve obter. Ele afirma a importância desses dois pontos, no entanto, chama a atenção para outra questão. “Analisar eficientemente o espaço geográfico para o negócio não envolve apenas ferramentas que geram relatórios e mapas, é necessário também entender o espaço sobre os conceitos do marketing e aplicá-los no processo de marketing da empresa, e isto chamamos de marketing espacial. Em avançadas equipes de geomarketing é comum termos profissionais de diversas formações como marketing, TI, geografia, estatística, demografia, entre outras. Essa integração multidisciplinar permite desvendar melhor os processos que ocorrem no complexo espaço geográfico”, conclui.

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Apesar da dedicação das empresas em melhorar o setor de atendimento ao cliente no Brasil, boa parte das empresas ainda está em fase de aculturação em relação aos ganhos que as novas tecnologias podem trazer, segundo Roberto Dechiare Junior, CEO da ddCom System. “Muitas empresas não possuem nem gravação de tela integrada com voz, e em relação a soluções mais sofisticadas, tais como o DPA e o Speech Analytics o mercado começa a apresentar as primeiras implementações neste ano. Acredito também, que os novos canais de comunicação trarão muitas novas oportunidades de crescimento neste mercado, principalmente para as ferramentas analíticas”, declara o executivo.
Na visão de Dechiare Jr., uma solução analítica multicanal pode oferecer percepções úteis para a correção de processos interrompidos, identificação de problemas, obtenção de vantagem competitiva e redução de despesas. “Além disso, as ferramentas de análise inda oferecem às organizações uma visão única e totalizada de todos os contatos efetuados por clientes específicos através dos diferentes canais de comunicação, possibilitando assim uma ação antecipada aos acontecimentos nas mídias sociais, pois sabemos que o cliente entra em contato com a central antes de recorrer a este canal”, explica. Ele acrescenta que essas soluções permitem combinar e analisar dados provenientes de fontes diretas (ligações telefônicas, chat e e-mail) e indiretas (mídias sociais), oferecendo uma visão unificada das experiências dos clientes.
A análise de informações é uma ferramenta poderosa, segundo o executivo, e deve ser usada para melhorar os processos, capacitar melhor os agentes e identificar causas e tendências. “A capacidade de extrair informações sobre como as pessoas estão realizando seu trabalho dentro das aplicações é absolutamente crucial para a obtenção de visibilidade que permitirá obter mais produtividade”, afirma Dechiare Jr. Além disso, ele acrescenta que as soluções de análise podem fornecer dados fundamentas para tomadas de decisão e, ainda, impactar nos custos e na qualidade de experiência do cliente. “Saber o que os seus clientes pensam e falam sobre a empresa e seus produtos é essencial para vencer a concorrência, concentrando-se nas questões de maior prioridade para a sua empresa”, conclui.

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Dois terços das empresas estão otimistas e planejam aumentar os lucros durante 2010. Segundo o estudo Regus Business Tracker, realizado em 15 países, este otimismo, se estende a todos os continentes. No Brasil, as empresas estão otimistas com a retomada da economia, principalmente a partir do segundo semestre de 2009. Muitos empresários têm revisto as previsões de faturamento para 2010 e, segundo grande parte dos entrevistados, entre os maiores desafios do ano estão gerenciar os custos sem comprometimento da qualidade, administrar a concorrência doméstica por competidores locais e manter a taxa de retorno do capital investido.

 

As expectativas são boas para muitas empresas, já que elas preveem uma recuperação para o segundo ou terceiro trimestre, e um aumento generalizado dos ganhos. Muitos acreditam que para aproveitar essa recuperação, as empresas precisam aprender em seus momentos mais baixos de 2008 e 2009 e, consequentemente, mudar as estratégias e o modo de agir. No entanto, o que deveria ser incluído em sua lista de resoluções para 2010? Mark Dixon, diretor geral da Regus, sugere sete pontos de reflexão para o trabalho:

 

1. Pense pequeno. Empresas de todos os tamanhos poderiam aprender com o exemplo das pequenas empresas. O estudo Regus Business Tracker mostrou que as empresas com menos de 50 funcionários esperam 2010 com mais otimismo que as empresas de maior tamanho, o que leva a crer que serão as primeiras a liderar a recuperação econômica. Também se notou que as pequenas empresas são mais empreendedoras e se voltam mais ao exterior, dedicando quase toda sua energia à comercialização e ao cuidado da carteira de clientes, enquanto que as grandes empresas se debatem com problemas internos como a gestão de custos e de pessoal.

 

2. Dê uma olhada no resto do mundo. Se observarem o exterior, as empresas não devem deixar que fronteiras internacionais se interponham diante delas; China, Índia e outras economias emergentes têm um enorme potencial de crescimento. Com telecomunicações cada vez mais avançadas e econômicas, fazer negócios no estrangeiro pode servir de base para um futuro crescimento. Mas leve em conta que fazer um estudo de novos mercados e encontrar sócios internacionais adequados é fundamental. Se alguma destas duas premissas falhar, os custos podem descontrolar-se.

 

3. Trabalhe de forma mais inteligente. As empresas do mundo todo estão analisando atentamente o custo de seu pessoal, porém muitas delas se esquecem de analisar outros custos fixos. Para a maioria das empresas, as despesas imobiliárias são a segunda maior fonte de gastos gerais fixos. Mas, 95% delas não as levam em conta como fonte importante de potencial economia. Ao invés de embarcar em custosos contratos de aluguel e a longo prazo, deveriam procurar contratos mais flexíveis, como aluguéis de curto e médio prazo ou escritórios virtuais. O trabalho flexível pode contribuir até 60% na redução dos custos imobiliários de uma empresa além de ajudar a aumentar a motivação do pessoal.

 

4. Pense no meio-ambiente Aproveite a oportunidade de dispor de tecnologias energeticamente mais eficientes. Os sistemas de economia de energia como monitores de consumo e ar condicionado por áreas e uma correta iluminação podem contribuir para cortar consideravelmente as contas de consumo. Existem organizações que podem assessorar sobre tecnologias e ajuda para a economia de energia. Aliás, o trabalho virtual e flexível ajuda a reduzir os custos de deslocamento de uma empresa e diminuir a emissão de carbono de seus funcionários.

 

5.Olhe ao seu redor. Com recuperação ou sem ela, alguns setores têm prosperado, inclusive durante a recessão. O setor de telecomunicações, por exemplo, mantêm sua fortaleza no mundo todo: muitos países em desenvolvimento estão instalando tecnologias de telefonia móvel. A tecnologia sustentável também funciona bem, graças aos elevados investimentos que se tem realizado no setor. Empresas de todos os portes deveriam procurar a maneira de aproveitar as oportunidades que oferecem os setores mais prósperos e não se ver presas em práticas de gestão rotineiras que as impeçam de vislumbrar outras possibilidades.

 

6. Terceirize. As empresas deveriam centrar-se nas atividades que geram receita e terceirizar o restante. Serviços imobiliários, administrativos e de assistência podem ser realizados por outras pessoas, deixando que as empresas se concentrem no que sabem fazer melhor.

 

7. Trabalhe em rede. Goste ou não, o trabalho em rede é imprescindível para encontrar novos clientes e contatos e, além disso, recolher informação e obter assessoria. É uma das formas mais simples de gerar negócios.

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O Brasil deverá terminar 2009 com inflação próxima a 4%, taxa Selic em torno dos atuais 8,75%, dólar na casa de R$ 1,75 e crescimento do PIB atingindo 1,0 %, mostram os dados da Equifax, empresa de informação e inteligência para decisão e gestão empresarial. Para 2010 estima-se o aumento da inflação devido ao aquecimento da economia e o consequente aumento da demanda. Este aumento será mais intenso nos setores de serviços já que não há concorrência das importações.

 

No que diz respeito ao setor externo, o saldo da balança comercial deverá fechar o ano de 2009 com superávit de US$ 26 bilhões. As exportações poderão chegar a US$ 150 bilhões e as importações a US$ 124 bilhões. Embora o resultado da balança comercial em 2009 tenha sido superior ao de 2008, a soma das exportações mais as importações (corrente de comércio) cairá cerca de US$ 90 bilhões, devido aos efeitos da crise sobre o comércio exterior. No início do próximo ano espera-se uma pequena melhora no saldo da balança comercial, contudo com uma- corrente de comércio bastante superior a de 2009.

 

Ainda em 2009 o total de investimentos diretos estrangeiros no Brasil deve chegar a US$ 20 bilhões, volume bastante inferior ao registrado em 2008, US$ 45 bilhões. No entanto, considerando a situação de crise financeira internacional, o volume líquido alcançado em 2009 foi bastante satisfatório. “A economia brasileira tem conseguido se sobressair no cenário internacional, a ponto de conseguir atrair mais investimentos estrangeiros e desfrutar de uma posição de destaque no quadro político e econômico mundial”, diz Alcides Leite coordenador do Centro de Conhecimento Equifax.

 

No que diz respeito às perspectivas para a economia brasileira, no próximo ano, nos segmentos produção, indústria e comércio as previsões apontam um desempenho bastante positivo uma vez que a produção brasileira de grãos deve alcançar 144 milhões de toneladas, volume 4,5% superior ao registrado em 2009. No que diz respeito a exportação a tendência é crescer ao longo de 2010, tanto em volume como em valores, porém as exportações de produtos manufaturados continuarão enfrentando dificuldades devido aos efeitos da valorização do Real frente ao dólar.

 

O setor industrial foi o mais prejudicado pela crise financeira internacional no ano passado. A escassez de crédito atingiu fortemente esta atividade e devido às incertezas decorrentes da crise o setor industrial optou por reduzir a produção e praticar assim uma política de redução drástica dos estoques de produtos acabados. Com a recuperação do crédito ao longo de 2009 e o esgotamento dos estoques, a produção industrial vem crescendo continuamente nos últimos meses, porém ainda não atingiu os patamares anteriores à crise, situação que deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2010.

 

De acordo com Leite, o comércio doméstico por sua vez foi o setor que menos sofreu com a crise financeira internacional e o aumento da renda real do trabalho, a queda da inflação e da taxa de juros, assim como a extensão dos prazos de financiamento, garantiram a manutenção do faturamento do comércio, sobretudo o varejista. Para 2010 a ascensão deve continuar em ritmo equivalente ao deste ano.

 

A taxa de desemprego ao longo de 2009 apresentou contínuo recuo em relação ao início do ano. Em 2010 é possível que a trajetória de queda continue. O aumento do PIB, com aquecimento do nível de atividade industrial e no setor de construção civil, deve impulsionar o volume de contratações, sobretudo aquelas com carteira assinada.

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