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GM chega ao nível 2 do CMMI

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A General Motors do Brasil obteve o nível 2 do CMMI (Capability Maturity Model Integration), guia para a melhoria de processos que integra disciplinas como engenharia de software, engenharia de sistemas, gestão de fornecedores, além do desenvolvimento integrado de produtos e processos.
O processo de consultoria, treinamento e apoio à implementação das práticas preconizadas pelo modelo CMMI na GM foi realizado pela Integration System Diagnostics Brasil, subsidiária da ISD Inc, empresa em melhoria de processos com base nos conceitos do SEI-Software Engineering Institute (criador do CMMI); e também pela IBM do Brasil.
A conquista do CMMI começou no momento em que a matriz estabeleceu uma política de mudanças em todos os processos de gestão de tecnologia. A estratégia fazia parte da implantação de um novo modelo de outsourcing, cuja premissa era aperfeiçoar o relacionamento com os múltiplos fornecedores da GM em âmbito mundial. “Precisávamos reorganizar as áreas envolvidas com TI e ter processos globais padronizados e focados em objetivos comuns”, conta o gerente de planejamento estratégico de TI da GM, Hélio A. Silva.
Nessa direção, a área de TI da GM criou o conceito de fábricas de gestão – Desenvolvimento e Implementação de Sistemas, Operações de Sistemas e Gerenciamento do Negócio de TI. “As unidades foram concebidas com base em modelos de governança consagrados no mercado”, afirma Silva. E a montadora escolheu o modelo CMMI como referência para suas ações de desenvolvimento e implementação de sistemas.
Antes da implantação do modelo de maturidade, a empresa tinha um foco maior na entrega dos seus projetos, nos resultados. “Cada unidade era focada somente no resultado e o processo propriamente dito era relegado ao segundo plano”, explica Silva. O problema é que houve um aumento considerável no número de fornecedores de sistemas. “E, como esses fornecedores usavam seus próprios processos de implementação, a GM não conseguia ter um ambiente gerenciável”, avalia.
Para Carlos Alberto Caram, diretor executivo da ISD Brasil e avaliador autorizado pelo SEI a conduzir avaliações de CMMI, esse movimento da GM é um exemplo do que a indústria pode fazer para aumentar sua produtividade. “Vale a pena investir na melhoria de processos, de maneira abrangente, pois a qualidade do produto final depende de diversos fatores, dentre eles a adequada gestão de projetos de desenvolvimento de sistemas”, conclui Caram.

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