Informações que fazem a diferença

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Aumento de receita e um melhor atendimento ao consumidor são as prioridades das empresas para o uso de dados com qualidade. É o que revela a Pesquisa Global sobre Gestão e Qualidade de Dados, feita pela Experian, entre outubro e novembro do ano passado, com 1.400 profissionais de oito países, incluindo o Brasil. Globalmente, 50% das empresas utilizam os dados para melhorar o atendimento e proporcionar melhores experiências. No Brasil, este percentual é ainda maior (79%). Além disso, 72% dos entrevistados do país acreditam que a qualidade de dados estimula a confiança do consumidor. Para Michelle Carneiro, gerente de produtos da Serasa Experian, atualmente as empresas reconhecem que a percepção da marca e a lealdade dos clientes dependem da experiência proporcionada pelas empresas.
O levantamento foi realizado com profissionais das áreas de TI, marketing, vendas, entre outras, e apontou ainda que 83% dos profissionais brasileiros enxergam melhorias significativas na eficiência das ações após aprimorar suas soluções de qualidade de dados. “Os profissionais brasileiros já enxergam que uma estratégia bem sucedida depende da implementação de boas políticas e gestão de qualidade de dados. Eles também esperam usar seus dados para aumentar a receita e melhorar o atendimento ao cliente”, explica Michelle.
Globalmente, os problemas de qualidade das informações estão entre os principais fatores de atraso em seus projetos de migração de dados para 40% dos profissionais, seguido pela falta de padronização (35%), questões relacionadas a orçamento (29%) e uso de ferramentas ineficazes (26%). Porém, de acordo com 51% dos entrevistados, os problemas podem ser reduzidos a partir de uma melhor comunicação. Já 47% acreditam que há solução por meio de melhorias na qualidade dos dados e 40% acreditam na utilização de ferramentas mais inovadoras para gerenciá-los.
Para 57% dos profissionais brasileiros o maior risco de não ter dados confiáveis pode impactar na fidelidade e/ou satisfação dos clientes, seguido pelo non-compliance e regulação e, ainda, a perda de receita de clientes, que empatam em 46%.
Apesar dos desafios, Michelle avalia que a pesquisa mostra que as empresas estão cada vez mais maduras nos assuntos relacionados à qualidade de dados, investindo para que a gestão seja feita de forma centralizada. “Daqui para a frente, aumentar as práticas de gerenciamento de dados e governança será ainda mais importante. Isso irá assegurar que as empresas consigam impulsionar oportunidades para elas e para seus clientes”, afirma.

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