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Mais atentos à responsabilidade social

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Cada vez mais conscientes em manter ações de responsabilidade social atrelada à estratégia da empresa, executivos assumem parcerias com instituições que visam a capacitação e inclusão social de crianças e jovens. Empresas como o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre entendem isso e buscam unir-se a ONGs como a Ação Comunitária, que atua na mobilização de empresas para causas sociais. Além de firmar parcerias com empresas para o patrocínio de salas de aula para crianças e jovens, a ONG também tem expertise em desenvolvimento comunitário – uma consultoria sobre como empresas podem gerir seus negócios de maneira socialmente responsável, visando o desenvolvimento da comunidade onde seus negócios estão inseridos.
Com pouco tempo de parceria, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre já é um dos principais parceiros da Ação Comunitária, sendo denominado “Parceiro em Ação Ouro”. Segundo Fátima Lima, executiva de sustentabilidade do Grupo, os programas da ONG estão alinhados com as diretrizes da Política de Investimento Social Privado da empresa, o qual enfatiza atividades educacionais direcionadas a crianças e adolescentes. “Desde 2012, o Grupo BB e Mapfre apoia os programas desenvolvidos pela Ação Comunitária, que servem como instrumento de transformação para os seus participantes”, complementa Fátima Lima.
Empresas como o Grupo BB e Mapfre entendem o investimento social em sua utilização de forma planejada, monitorada e voluntária, em projetos e programas de interesse público. É o chamado funding, que se difere muito das doações livres, uma vez que podem ser associadas à marca, valorizando a imagem da empresa e seu papel na sociedade ao traçar uma estratégia de RSC. Segundo Maurício Guimarães, gerente de mobilização de recursos da ONG Ação Comunitária, muitas empresas estão alinhadas com o ideal que desejamos deixar às futuras gerações, entretanto, o esforço deve ser contínuo. “Há muito a ser feito ainda, nossa tarefa é sensibilizar e mobilizar empresas, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade mais igualitária”, finaliza.

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