Mobilidade nas compras

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A Sterling Commerce e a Demandware, empresa de comércio eletrônico sob demanda, divulgaram os resultados de estudo do setor de varejo, que examinou preferências e atitudes de consumo relacionadas com compras feitas usando aparelhos equipados com recursos de mobilidade. O estudo determinou que os consumidores cada vez mais recorrem ao uso dos aparelhos móveis para que as compras feitas nas lojas sejam mais completas. No entanto, preocupações com segurança e facilidade de uso ameaçam o progresso desta tendência.

 

A pesquisa independente, realizada com 3,6 mil consumidores americanos, revela que 15% do total já utilizaram aparelhos móveis para fazer compras. Embora praticamente todos (96,2%) os entrevistados possuam um celular, somente um pouco menos da metade tinha um smartphone, aparelho que proporcionaria uma experiência de compras otimizada.

 

O estudo revelou ainda dados quanto à maneira como os usuários encaram seus aparelhos móveis em suporte às suas experiências de compra na loja. Mais de 60% acham que é importante ou muito importante a possibilidade de utilizar o celular durante a compra para verificar a disponibilidade de um produto, em uma determinada loja. Praticamente um quarto dos consumidores usa o celular, quando se encontra em uma loja, para verificar o preço dos concorrentes. Além disso, cerca de 20% dos consumidores usam o celular para criar listas ou cestas de compras e um número ligeiramente superior a este estaria interessado em um aplicativo específico para o celular que pudesse ajudá-los a administrar as listas ou cesta de compras.

 

“Mobilidade é mais do que um canal e, à medida em que os consumidores começam a usar os celulares em todas as etapas do processo de compra, a venda feita integrando todos os canais será primordial para o sucesso das empresas do varejo”, disse Jim Bengier, executivo da área global de varejo na Sterling Commerce. “Os atuais consumidores estão transformando a experiência de compra com seus celulares e os varejistas que não desmembrarem seus canais ficarão impossibilitados de acompanhar o mercado”, completa.