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Momento de mudanças

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Quando o Brasil estava passando por uma fase positiva, o mercado como um todo, obviamente, se beneficiou e muito. Foram diversas as empresas que conseguiram aumentar seus desempenhos, crescer nas vendas, conquistar uma quantidade maior de cliente. Porém, desde que o País entrou nesse momento de crise, muita coisa mudou. Principalmente, neste ano, muitos negócios se viram em situações difíceis com a queda nas vendas e nas visitas dos consumidores aos pontos de venda. Para a gerente de operações da Internacional Restaurantes do Brasil, empresa que administra a Pizza Hut em São Paulo, Flávia Leme, com a crise, os clientes passaram a priorizar seus gastos naquelas empresas em que confiam, que sabem que há qualidade e são atraídos pelo atendimento. “Devido à intensificação da crise que vimos no decorrer do ano, as empresas tiveram que entender melhor as novas necessidades dos clientes habituais e também daqueles que poderiam vir a ser os novos”, explica.
Assim, ela acredita que 2015 forçou uma maior atuação de grande competência em três pilares para manter uma base sólida de clientes: qualidade do produto, atendimento diferenciado e preços. “No que se refere a preço, o cliente se tornou mais exigente, seletivo e criterioso no momento de sua escolha. As empresas para conseguirem atingir esses objetivos precisaram buscar novos fornecedores e renegociar com os atuais de forma a poder oferecer produtos com a mesma qualidade e, com redução no preço final”, avalia. “Assim o sacrifício é de parte a parte, com o benefício de continuar atendendo ao cliente final e, manter as parcerias.”
Inclusive, esse ano foi desafiador para a Pizza Hut em São Paulo, que sentiu a frequência de clientes reduzir. Não por menos, mudanças foram tomadas. A executiva conta que a rede buscou, internamente, alternativas para redução de custos fixos, aprimoramento de processos, aumento da produtividade e novas formas de marketing, que fossem mais criativas e inovadoras, a fim de continuar atraindo os clientes. “A empresa conseguiu entender as necessidades do cliente e a partir disso criou novos produtos, novas promoções e modificou a gestão interna. O que refletiu numa empresa moderna, ágil e mais voltada para as necessidades dos clientes”, diz. Ou seja, essa é a prova de que há males que vêm para o bem.

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