Mudanças no comando da IBM

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Após cinco anos no comando da IBM Brasil, Ricardo Pelegrini parte para um importante desafio em sua carreira, como o novo vice-presidente de indústrias e iniciativas estratégicas na organização de mercados emergentes da IBM, denominada GMU (Growth Markets Unit). A organização, formada por 150 países e que representou 22% da renda total da empresa em 2011, está no centro das atenções da IBM e a expectativa é que seja responsável por 30% da receita da IBM até 2015.

 

Pelegrini é formado em administração de empresas, pós-graduado em marketing pela Fundação Getúlio Vargas e possui especialização em marketing pela Columbia University. “Tenho muito orgulho em fazer parte desses 95 anos de história da IBM Brasil. Nesses últimos cinco anos, tive o prazer de liderar um time brilhante, que certamente reflete os resultados que alcançamos nesse período, tanto em negócios para a IBM como em desenvolvimento para o País. O Brasil está hoje em um novo patamar tecnológico e eu tenho uma grande satisfação de ter feito parte desse progresso”, comenta.

 

Outra mudança é que o atual vice-presidente de serviços de tecnologia, Rodrigo Kede, assume a presidência da IBM Brasil. Na função, o executivo, que é formado em engenharia mecânica pela Universidade Pontifícia Católica, PUC-RJ, e possui MBA em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercados de Capital, terá entre as principais missões manter o crescimento ascendente da companhia, desenvolver iniciativas estratégicas que coloquem a tecnologia a serviço da sociedade e apoiar o desenvolvimento e a retenção de talentos. “Não tenho dúvidas do tamanho do desafio que é gerenciar uma empresa tão grande e dinâmica. Nosso DNA de inovação, invenção e transformação, nossa história e valores são meus principais motivadores. Após 19 anos na companhia estou convencido de que as pessoas são o principal fator para o sucesso de qualquer empresa. O Brasil é hoje umas das maiores e mais importantes unidades da IBM e estou comprometido a fazer com que sejamos ainda mais relevantes no futuro”, ressalta Kede.