Não aos dados sujos!

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Nessa era de big data, não resta outra opção às empresas,
senão a realização da gestão dos conteúdos que elas recebem, a fim de filtrar
aquelas informações que são realmente necessárias para a tomada de decisões e
quais são aquelas que não são tão importantes e, por isso, podem ser
descartadas. “Ter dados fidedignos é de fundamental importância, pois eles são
usados para análise e tomada de decisão. Se eles não representam a realidade,
as decisões tomadas serão consequentemente afetadas de forma errônea”, explica
Flávio de Andrade Bolieiro, vice-presidente América Latina da MicroStrategy.

“Podemos citar a famosa regra do SISO (shit in shit out). Isto
é, se os dados que usamos não são ‘limpos’, as decisões também não serão”.
Assim, de acordo com o exemplo dado pelo executivo, para garantir a segurança
das organizações o data quality está se fazendo cada vez mais presente,
ocupando o lugar das decisões que antes eram baseadas no sentimento dos
superiores. “A forma das empresas se manterem no mercado é analisando seus
clientes, produtos e serviços para saberem onde poderem mais ou menos
investir”.

É por essa razão que é essencial ter a limpeza de dados,
pois com essa gestão as empresas transformarão conteúdos em informações
consistentes e confiáveis, para aí sim servirem de indicadores para toda a
corporação. Segundo Bolieiro, é possível perceber exemplos sobre a importância
do data quality todos os dias, um deles são as ligações feitas por call centers
que oferecem produtos que os clientes já têm. “Dados ‘sujos’ foram usados e
este tipo de chamada, além de ser um desperdício financeiro e de tempo para as
empresas, gera desgaste na relação cliente/fornecedor.” Quando se trata sobre a
gestão de clientes, o executivo alerta que é essencial os negócios mostrarem
que estão atentos às necessidades do seu público, que o conhece e que as ofertas
são geradas de forma exclusiva, com o objetivo de atendê-lo.

Para
as empresas que desejam realizar a limpeza dos dados é preciso que tenham em
mente que esse é um processo e que deve ser feito constantemente por elas. “É
algo que envolve treinamento dos profissionais em contato com clientes,
sistemas que devem estar preparados para a consistência dados na entrada e
ferramentas que ajudam nesta limpeza e consistência posterior”, adiciona o
executivo. Ou seja, em uma era em que a quantidade de dados tem crescido
exponencialmente e em uma grande variedade de formatos e tamanhos, é
fundamental que haja o trabalho de manter os dados limpos e consistentes, para
que as decisões também sejam.

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