O futuro será delas

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O Tempo de Mulher, canal de conteúdo para o público feminino da jornalista Ana Paula Padrão e hospedado no MSN, encomendou ao Instituto Data Popular pesquisa que retrata os diferentes perfis comportamentais da mulher brasileira. O levantamento foi realizado no último trimestre de 2012 com 1300 mulheres de 44 cidades brasileiras e identificou que a nova geração feminina é conectada e independente financeiramente.

 

A própria idealizadora do site pode ser um exemplo desta nova geração de mulheres independentes e mais confiantes. A jornalista, que acaba de se despedir da Record, irá se dedicar inteiramente a uma nova causa que atende inteiramente ao universo feminino. “A pesquisa mostra com clareza que o que as mulheres decidirem agora definirá o país que teremos na próxima geração. É notável o valor que elas atribuem à sua educação e à de seus filhos, seu poder de consumo e a sensação de vitória pessoal que as acompanha. Elas sentem-se poderosas e usam esse poder fortemente na família e nas comunidades em que estão inseridas”, afirma Ana Paula.

 

 

Os resultados

 

Independência financeira
-72% das entrevistadas aceitariam se casar com um homem que ganha menos do que ela.
-86% delas acreditam que toda mulher deve ser independente financeiramente.
-Metade das jovens afirmaram não viver sem Internet e que esta é a principal fonte de informação para elas.
-As mulheres também são maioria no Facebook e nas redes sociais em geral.

 

Intenção de Compra
No Brasil, 33 milhões de mulheres possuem cartões de crédito. O estudo indica que, nos próximos 12 meses, essas brasileiras desejam adquirir os seguintes itens eletrônicos:
-6,5 milhões – celular
-3,6 milhões – notebook
-3,1 milhões – tablet
-2,9 milhões – computador

 Para Renato Meireles, sócio-diretor do Instituto de Pesquisa Data Popular, o estudo “As Brasileiras” se diferencia por retratar as mulheres não pelo sua classe social, mas pelo hábito, atitudes e visão de mundo e revela a importância crescente do público feminino para o mercado nacional. “Prova disso é que elas estão cada vez mais interessadas em tecnologia e conectadas”, ressalta.