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O país do celular

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O Brasil é o país do… telefone celular. De acordo com um levantamento da Nielsen, apesar de o número de aparelhos por habitante ainda estar abaixo da média latino-americana, os brasileiros dividem com o México a liderança no ranking de celulares vendidos na região – que registrou aumento de 5% na venda desses itens durante o último ano móvel, encerrado em março de 2009. Por outro lado, Chile, Venezuela, Colômbia e Argentina não registraram aumento em volume de vendas.

 

Segundo Thiago Moreira, gerente regional de produtos da Nielsen Telecom Practice Group para a América Latina, divisão da The Nielsen Company responsável pelo acompanhamento deste mercado, em países como a Argentina, cuja densidade de aparelhos por habitante é alta (a maior da América Latina), grande parte das vendas no ano passado foi impulsionada pela troca de celulares.

 

A venda de aparelhos com funcionalidades e novas tecnologias aumentam em um ritmo constante na região. Aplicativos relacionados à música e imagem são as favoritas dos consumidores. “Ao mesmo tempo, a venda de itens que oferecem novas tecnologias, tais como 3G e Smartphones, também aumentou significativamente. Aliás, estas novas facilidades criaram novos hábitos e formas de se comunicar. Os consumidores estão de olho nos serviços de valor agregado (SVA)”, afirma o executivo.

 

No último ano, a venda de celulares com câmeras embutidas alcançou 61% do volume total das vendas na América Latina – no Brasil, o índice foi de 60%. Neste segmento, as vendas que mais aumentaram foram de telefones com câmeras com definição superior a dois megapixels. Em relação aos aparelhos com tocadores de MP3 e rádio FM, serviços favoritos de brasileiros e argentinos, representaram 35% e 55% do total, respectivamente. Para Moreira, com o aumento do interesse dos consumidores por essas funções, a segmentação do mercado ganha maior importância para a definição de uma abordagem estratégica e eficaz por parte dos fabricantes.

 

Além do alô – Uma análise de segmentação de usuários de telefones celulares realizada no Brasil, no último trimestre de 2008, identificou quatro grandes grupos funcionais. 16% dos usuários usam os telefones exclusivamente para comunicações de voz; 28% utilizam para comunicações de voz e mensagens de texto (SMS); 37% fazem uso de funcionalidades sem acesso à rede (offline) e os 19% restantes são usuários de algum tipo de Serviço de Valor Agregado.

 

O estudo também demonstrou que o gasto médio de usuários de serviços de valor agregado é 20% superior ao gasto médio dos usuários apenas de comunicações de voz. “A maior concentração de usuários de SVAs está nas faixas etárias mais jovens e nas classes A e B, apesar de a classe C representar uma grande oportunidade para o mercado”, diz o gerente regional de produtos da Nielsen Telecom Practice Group para a América Latina.

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