O poder de uma boa informação

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Hoje, as informações são geradas de maneira muito mais rápida e constante do que nos últimos tempos e acompanhar toda essa quantidade massiva de mensagens que nos chegam a todo o momento pode ser um processo difícil. Ainda mais árduo é conseguir assimilar dentre tantos dados, quais aqueles mais úteis e que são necessários para determinada finalidade. Porém, se é u desafio a grande quantidade de informação, pior seria não ter. Hoje, ela possui um poder muito grande, principalmente para o meio corporativo, uma vez que aqueles que não a possui estão suscetíveis a falharem nas suas escolhas e a estarem pautados em fatores não muito confiáveis. “Sem informação, cada vez mais as decisões ficam suscetíveis aos tropeços da economia, variações de humor, das decisões políticas, entre uma série de outros fatores”, afirma Alexandre Guglielmi, diretor comercial da Neoway. “A informação é fundamental para que as decisões possam ser tomadas com a maior quantidade de variáveis possíveis em cima desta”.
Se ter acesso às informações é importante, trabalhar com a qualidade delas é essencial. Guglielmi compara com a situação de uma pessoa dirigindo em uma estrada com neblina, se essa não tiver noção do que pode vir à frente, ela pode correr o risco de tomar uma decisão errada pela falta de visão. “A qualidade da informação é fundamental para que as decisões sejam tomadas em cima das variáveis relevantes de mercado”, acrescenta ele. 
Para que o trabalho com a qualidade dos dados seja efetivo, então, ele explica que o negócio precisa ter ferramentas que colham elementos referentes ao mercado ao qual está inserido. “Por exemplo, empresas no setor de construção civil precisam ter informações como: quais obras existem, valor, região. Para os varejistas é relevante que você informe sobre o fornecimento, tendência de crescimento nos anos subsequentes”. Não que as informações mais gerais não sejam necessárias, mas podem não trazer os melhores dados para as empresas. “Algo genérico em demasia te traz algo relevante, mas não te dá as melhores variáveis para que as decisões mais adequadas sejam tomadas”.
Entretanto, ainda há aquelas empresas que não realizam esta gestão, no caso delas um dos maiores riscos que podem correr é a perda de mercado, pois enquanto arriscam tomando decisões que podem não certas, a concorrência pode fazer este mesmo trabalho de maneira mais adequada. “Em um cenário como o atual, onde sofremos consequências por decisões passadas, imaginando que uma empresa vá tomar decisões com base em informações de má qualidade ou incompletas, certamente existirão concorrentes que, se fizerem de maneira mais adequada, vão crescer no mercado”, ressalta o executivo. Apresentar um cenário ao cliente que a empresa considera certo, mas não é pode ser fatal para os bons resultados. “Se você detém uma informação que não é a mais adequada e/ou qualificada para tratar com seu cliente e ele percebe isso, provavelmente ele irá escolher trabalhar com o concorrente”.
O importante é que a empresa tenha em mente sobre o poder de uma informação e, com isso, saber lapidá-la da maneira que melhor traga benefícios para si. “Na medida em que consegue tratar esse monte de dados, transformando-os em informações verdadeiramente qualificadas e direcionadas para cada setor, colhe melhores resultados. Existe muita informação por ai, mas isso não significa que todas sejam boas ou úteis”, finaliza Guglielmi.

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