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O salto do m-commerce na América Latina

Novo estudo do ConsumerLab da Ericsson, área da empresa que estuda o comportamento do usuário, revela que a América Latina reúne as condições necessárias para o crescimento das transações realizadas por meio de dispositivos móveis, o chamado m-commerce. Dentre as condições, destacam-se a alta penetração da telefonia móvel e a baixa porcentagem de consumidores com conta bancária em países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, que figuram nesse estudo.
De acordo com o relatório, 74% dos latino-americanos que não utilizam o m-commerce hoje estão interessados em começar a utilizar esse serviço em um futuro próximo. No Brasil, 30% dos internautas são adeptos do m-commerce e 20% deles o utilizam para mobile banking, seguido por serviços de mobile shopping (15%) e serviços de mobile wallet (7%).
O rápido aumento da penetração de smartphones na região sinaliza o interesse crescente na utilização do m-commerce, principalmente por oferecer conveniência, flexibilidade e segurança. A maior parte da população da América Latina (61%) não possui conta bancária e, na região, ainda há um alto grau de pobreza, de acordo com o ConsumerLab. Quase metade dos trabalhadores dos países latino-americanos possui empregos informais e utiliza o dinheiro, em espécie, como método mais frequente de pagamento.
André Gildin, diretor de Inteligência de Mercado da Ericsson para América Latina e Caribe, diz: “Quanto mais tivermos soluções de m-commerce, mais benefícios teremos tanto para os que utilizam como para aqueles que ainda não utilizam serviços bancários. Pagamentos, compras e transferências de dinheiro podem ser feitas online e não há necessidade de transportar grandes somas ou ficar em filas de bancos”., conclui.
Gildin explica que as principais barreiras para a adoção de serviços de m-commerce na região são o baixo nível de confiança, a percepção sobre o fraco desempenho da rede e a falta geral de conhecimento sobre a utilização do m-commerce. A regulamentação, a educação e os investimentos contínuos na rede são as principais áreas para melhorar a confiança do consumidor nesse tipo de serviço.
A América Latina é um mercado consumidor em expansão. Essa afirmação é reforçada ao analisarem-se os países abrangidos neste relatório – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México – que atingiram crescimento médio anual do PIB de 3,5% em 2012. Além disso, o número de pessoas pertencentes às classes média e alta quase dobrou entre 1995 e 2010 na região.

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Privado: O salto do m-commerce na América Latina

Novo estudo do ConsumerLab da Ericsson, área da empresa que estuda o comportamento do usuário, revela que a América Latina reúne as condições necessárias para o crescimento das transações realizadas por meio de dispositivos móveis, o chamado m-commerce. Dentre as condições, destacam-se a alta penetração da telefonia móvel e a baixa porcentagem de consumidores com conta bancária em países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, que figuram nesse estudo.
De acordo com o relatório, 74% dos latino-americanos que não utilizam o m-commerce hoje estão interessados em começar a utilizar esse serviço em um futuro próximo. No Brasil, 30% dos internautas são adeptos do m-commerce e 20% deles o utilizam para mobile banking, seguido por serviços de mobile shopping (15%) e serviços de mobile wallet (7%).
O rápido aumento da penetração de smartphones na região sinaliza o interesse crescente na utilização do m-commerce, principalmente por oferecer conveniência, flexibilidade e segurança. A maior parte da população da América Latina (61%) não possui conta bancária e, na região, ainda há um alto grau de pobreza, de acordo com o ConsumerLab. Quase metade dos trabalhadores dos países latino-americanos possui empregos informais e utiliza o dinheiro, em espécie, como método mais frequente de pagamento.
André Gildin, diretor de Inteligência de Mercado da Ericsson para América Latina e Caribe, diz: “Quanto mais tivermos soluções de m-commerce, mais benefícios teremos tanto para os que utilizam como para aqueles que ainda não utilizam serviços bancários. Pagamentos, compras e transferências de dinheiro podem ser feitas online e não há necessidade de transportar grandes somas ou ficar em filas de bancos”., conclui.
Gildin explica que as principais barreiras para a adoção de serviços de m-commerce na região são o baixo nível de confiança, a percepção sobre o fraco desempenho da rede e a falta geral de conhecimento sobre a utilização do m-commerce. A regulamentação, a educação e os investimentos contínuos na rede são as principais áreas para melhorar a confiança do consumidor nesse tipo de serviço.
A América Latina é um mercado consumidor em expansão. Essa afirmação é reforçada ao analisarem-se os países abrangidos neste relatório – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México – que atingiram crescimento médio anual do PIB de 3,5% em 2012. Além disso, o número de pessoas pertencentes às classes média e alta quase dobrou entre 1995 e 2010 na região.

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