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O setor bancário em números

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A Febraban – Federação Brasileira de Bancos publicou a nova edição de sua pesquisa anual “O Setor Bancário em Números”, principal instrumento para ser analisado no Ciab Febraban, de 17 a 19 de junho, em São Paulo. O levantamento revela hábitos de consumo do brasileiro em relação aos bancos tais como: a grande utilização de caixas eletrônicos; o enorme número de transações realizadas pela Internet; o crescimento dos correspondentes não bancários; o decréscimo do uso dos cheques.

 

A pesquisa mostra que os ATMs (caixas eletrônicos) continuam sendo os campeões de transações bancárias, sendo responsáveis por mais de 30% de todas as operações. Em função dessa grande importância, a quantidade de transações cresce em ritmo muito maior do que todos as outras variáveis (no total, são cerca de 70). O número de equipamentos universais, capazes de atender Pessoas Com Deficiência (PCDs), aliás, é um dos que mais vem aumentando. De 2007 para 2008, a quantidade de equipamentos registrou um aumento de 107,8%, totalizando 35 mil máquinas no ano passado.

 

Comparando-se o total de contas de Internet Banking com o número de usuários de Internet (calculado pelo Ibope Net/Ratings), a conclusão é de que quase dois terços dos usuários da rede já utilizam os serviços bancários on-line. Isso mostra confiança alta da população no Canal Internet Banking. Reforçada pela evolução não apenas das contas Internet, mas na quantidade de transações feitas por Internet que chegaram a 18,1% de todas as transações feitas no Brasil. Ao mesmo tempo, o uso de cheques continua com sua trajetória descendente. Esse instrumento abriu a década de 2000 registrando a emissão de 2.638 milhões de cheques compensados no ano. Em 2008, foram compensados 1.396 milhões, em decréscimo constante.

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Os bancos brasileiros gastaram mais de R$ 12,5 bilhões com tecnologia da informação (TI) em 2004, um crescimento de 8% em relação ao ano anterior – e superior ao crescimento da economia do País, que foi de cerca de 5%. A projeção da Febraban, (Federação Brasileira de Bancos) é baseada em pesquisas da Fundação Getúlio Vargas, segundo as quais desde 2001 as instituições dedicam a TI um montante superior a 10% de seu patrimônio líquido.
A evolução dos gastos dos bancos brasileiros com tecnologia registra um crescimento total da ordem de 186,5% entre os anos de 2000 a 2004. Segundo essas projeções, os gastos evoluíram de 6,7 bilhões de reais em 2000; para R$9.8 Bi em 2001; pulam para R$10,9 Bi no ano seguinte; e atingem as marcas de R$11,5 e R$12,5 bilhões nos anos de 2003 e 2004 respectivamente. Sendo que o setor financeiro é responsável por 23% de todos os investimentos em tecnologia.
O trabalho, “O Setor Bancário em Números” informa, ainda, que entre 1999 e 2003, as quantias dedicadas ao aperfeiçoamento tecnológico aumentaram de R$ 2,9 bilhões para R$ 4,2 bilhões e tudo indica que a trajetória de alta tenha se mantido no ano passado.
A estimativa do diretor da Hint Consultoria, Luís Marques de Azevedo, é que os investimentos em novas tecnologias da informação do setor financeiro tenham atingido a casa de US$ 5 bilhões no ano passado. “A cifra pode ser ainda maior, por causa das exigências trazidas por novas regulamentações, como Basiléia 2 e Sarbanes-Oxley, e novas tecnologias, a exemplo da certificação digital”, afirma.

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