Publicidade nas redes sociais

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Neste mês, o aplicativo Instagram anunciou que começaria a veicular publicidade na “timeline” dos seus usuários. Os anúncios já aconteciam na versão norte-americana do aplicativo, mas, para o Brasil, é inédito. O usuário ainda tem a opção de filtrar o tipo de anúncio que quer ver em seu feed. Por exemplo, se aparecer algo que não combine com seu perfil, ou que não agrade o inscrito, basta clicar nos três pontinhos que ficam abaixo do post, e dar o feedback sobre o anúncio. Na primeira semana desse novo recurso, empresas como Avon, Closeup, Coca-Cola, Visa e Vivo iniciaram suas campanhas através do aplicativo.
De acordo com Ingrid Teles, fundadora da agência Creators Contents, empresas estão, cada vez mais, procurando novas maneiras de se aproximarem de seus clientes. “Banners, vídeos, postagens… Todos os dias, novos formatos de publicidade nas mídias sociais surgem para levar as mensagens desejadas, pelas empresas, aos usuários”, conta. Ela, que trabalha com o marketing digital como ferramenta para otimizar o alcance dos seus clientes no ambiente online, analisa que, gradativamente, está se tornando um desafio criar conteúdo de qualidade e que interesse o consumidor para manter um bom relacionamento com ele.
Ela ainda explica que, em 2014, os gastos com publicidade na Internet superaram os dos jornais. “Só o Facebook, no terceiro trimestre de 2014, foi responsável por 2,96 bilhões de dólares em propaganda, dos quais 66% vieram de anúncios para mobiles”, observa. “Acredito que investir em propaganda, nas redes sociais, é uma é uma boa forma de se obter retorno, pois, além do grande alcance e ótima segmentação de público, é possível mensurar e acompanhar os resultados”.

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