Serasa busca a excelência em TI

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Fundada em 1968, a Serasa destaca-se por oferecer serviços de apoio para decisões de crédito e negócios a cerca de 300 mil empresas de todos os setores e geografias. As informações da Serasa estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. Hoje, a empresa provê informações econômico-financeiras para cerca de 3,5 milhões de transações por dia. Por trás de números como estes está uma sólida infra-estrutura de TI e Telecom – que, para aumentar ainda mais a confiabilidade de todo esse ambiente, está instalada em dois datacenters colocados em pontos distintos da cidade de São Paulo. Afinado com os mais importantes desafios colocados hoje para o gestor de TI, o CIO da empresa, Dorival Dourado, é um entusiasta do ITIL.

Cerca de 200 profissionais da equipe de Dourado estão sendo treinados em ITIL – ele acredita que, inicialmente, 20 pessoas desse time devem conquistar a certificação em ITIL Foundation. Mas o empenho do executivo de colocar a área de TI da Serasa dentro dos parâmetros estabelecidos na biblioteca ITIL não termina aí. “Minha meta é que, até o ano que vem, 420 profissionais Serasa tenham sido treinados em ITIL”.

As razões de Dourado para conduzir a caminhada em direção ao ITIL são muito claras. “Ao traduzir em serviços mensuráveis toda a infra-estrutura de TI – independentemente de se tratar de recursos de hardware, software ou comunicação – eu consigo transformar em valor o que, antes, era custo. Números indicam de forma clara e cristalina se a qualidade dos serviços prestados pelo time de TI aos negócios da Serasa realmente está colaborando para a performance que a empresa apresenta ao mercado e aos clientes”.

Segundo o CIO, essa evolução acontece porque a adesão às melhores práticas está trazendo para a equipe de TI da Serasa a possibilidade de analisar horizontalmente tudo o que se passa neste universo. “Graças ao ITIL, consigo unificar, com uma mesma métrica, o que está se passando em diferentes ambientes de TI, diferentes departamentos, administrados por diferentes gestores – trata-se de um corte horizontal que supera critérios e visões isoladas, verificando a saúde da área de TI como um todo”, conclui.