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Sobe a confiança do consumidor

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O Índice Nacional de Confiança ACSP/Ipsos de setembro registrou 135 pontos na média de todas as regiões, contra 129 em agosto (2009), e 140 pontos em setembro de 2008. O presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, disse que essa melhora no índice mostra que a recuperação da economia deverá se manter até o final do ano, já que a confiança é fundamental na atividade empresarial e o desemprego deve continuar caindo gradativamente.

 

Contudo, Burti salientou que a euforia não pode deixar o consumidor descontrolar o orçamento doméstico na malha dos juros. “O importante é que o consumidor não se esqueça que o descontrole financeiro foi a principal causa da crise econômica e que o controle financeiro começa na boa administração do orçamento familiar”, comenta.

 

A região norte-centro oeste passou para a liderança do índice, mais do que a média do Brasil: subiu de 137 pontos em agosto para 153 em setembro. A nordeste se recupera crescendo 11 pontos, para 121 pontos em setembro, contra 109 em agosto. A região sul apresentou ligeira queda de 138 (agosto) para 136 em setembro passado. A sudeste permanece com 137 pontos em setembro contra 136 em agosto. A classe C continua a mais otimista com 147 pontos em setembro, contra 126  da classe D/E  e 121 pontos da classe A/B.

 

Também aumentou a confiança do consumidor no futuro da economia da sua região em setembro: subindo para 44% (contra 41% em agosto) os acham que vai ficar mais forte, e os que acham que vai ficar mais fraca permaneceu em apenas 13%. Enquanto isso o consumidor acredita que a sua situação financeira pessoal tende a melhorar subiu de 55% dos entrevistados em agosto, para 57% em setembro. Apenas 11%  continuam acreditando que ficará pior.

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas elevou-se em 3% entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, ao passar de 97,4 para 100,3 pontos. Nos três anos anteriores, o índice havia subido em média 1,6% nesta época do ano. A pesquisa é realizada com base numa amostra de mais de 2000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de janeiro de 2009 foi realizada entre os dias 02 e 22 de janeiro de 2009.

 

Apesar da evolução relativamente favorável, o índice ainda situa-se num patamar baixo em termos históricos. No bimestre dezembro-janeiro, o ICC acumulou uma variação de 3,5%, um pouco inferior à variação média de 4,2% apurada para o mesmo período nos três anos anteriores. No bimestre anterior (outubro-novembro), o índice havia se reduzido em 14,0%, contra uma média de crescimento de 4,6%, registrada nos anos anteriores.

 

O quesito que mede o grau de otimismo do consumidor em relação à situação econômica local nos próximos seis meses – que havia registrado o pior resultado da série histórica em dezembro passado – evoluiu favoravelmente entre dezembro e janeiro. A parcela dos que prevêem melhora elevou-se de 18,3% para 22,5% do total, enquanto a dos que projetam piora reduziu-se de 36,3% para 28,1%.

 

Já o quesito que mede a intenção de compra de bens duráveis continuou em trajetória descendente, registrando o resultado mais fraco desde setembro de 2005. Entre dezembro e janeiro, a proporção de consumidores que planejam gastar mais com duráveis diminuiu de 14,0% para 11,0%; a dos que pretendem gastar menos aumentou de 34,5% para 35,9%.

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