Tiaxa do Brasil agora é Okto

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A Tiaxa do Brasil, empresa brasileira especialista na oferta de serviços de valor agregado para telefonia móvel e conectividade SMS, anuncia o novo nome: Okto. A mudança surgiu da oportunidade de expansão, a partir de 2006, para outros serviços do setor de mobilidade e para outros países, além de consolidar o processo de nacionalização.

Segundo Ann Williams, CEO da Okto, o nome Okto foi escolhido depois de uma pesquisa realizada por uma empresa especializada. A sonoridade da nova marca – o nome tem o mesmo som em várias línguas – traduz uma série de conceitos de força e universalidade, aliado a uma imagem que reflete a originalidade e expansão.

Com a mudança de nome, a empresa consolida sua posição como viabilizadora de serviços móveis para grupos de comunicação, corporações e operadoras de telefonia móvel, expandindo o portfólio de soluções. Aproveitando a capacidade de atingir usuários móveis de todas as operadoras brasileiras, a Okto volta a atenção para outros serviços móveis como conteúdos personalizados, agregação e distribuição de conteúdo Java e BREW e extensão de serviços para plataformas para MMS, Java e BREW. “Como alcançamos uma posição muito sólida no mercado como integrador SMS, vamos iniciar uma nova fase de expansão de ofertas e entrega de conteúdo móvel por meio de operadoras brasileiras de telefonia celular”, afirma Ann.

Empresa 100% nacional – Outro aspecto importante na mudança de marca é a consolidação do processo de nacionalização. A Tiaxa, que chegou ao Brasil em 2000, era uma empresa ligada à Tiaxa Internacional, com sede nos Estados Unidos. Em 2003, os sócios-diretores adquiriram a operação local, juntamente com a autorização para utilização do nome “Tiaxa do Brasil”.

Desta forma, mesmo com a operação da Tiaxa Internacional sendo continuada em outros países na América Latina, como, por exemplo, no Chile, a Tiaxa do Brasil tornou-se independente em 2003. Ao contrário do antigo grupo – focado em softwares de tecnologias móveis para operadoras – a então Tiaxa do Brasil focou-se em fornecer serviços e soluções de conectividade baseadas em mensagens curtas, alcançando crescimento e lucratividade no mesmo ano. A confirmação do acerto da estratégia aconteceu em 2005, quando a Okto triplicou os resultados alcançados no ano anterior.

Com a ampliação da operação no Brasil e a necessidade de exportar os serviços para outros países, a mudança de nome tornou-se vital, evitando confusões com a Tiaxa do Chile e a dos Estados Unidos que, embora não sejam concorrentes diretos, atuam na mesma região. “Fizemos um caminho inverso: trouxemos uma empresa americana, nacionalizamos seu capital e agora vamos atuar em outros países, inclusive com boas perspectivas de investimentos externos”, completa Ann Williams, CEO da Okto.