TIM Música nas Escolas chega ao Rio

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A partir deste ano, 2.500 crianças e adolescentes estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro passam a contar com oficinas de introdução à música nas próprias escolas, em horários alternativos aos das aulas. A iniciativa é do projeto TIM Música nas Escolas, que já beneficia cerca de 10 mil estudantes da rede pública de ensino em outras cinco capitais.

O projeto é fruto de parceria entre a TIM e as secretarias de Educação do Estado e do Município e será implantado em três escolas municipais localizadas nos bairros da Tijuca, Bangu e São Cristóvão e em duas estaduais em Realengo – todas situadas em áreas de risco social para os jovens e indicadas pelas secretarias de Educação. As oficinas de musicalização acontecem nas escolas ao longo do ano letivo. Em cada uma das escolas, 500 jovens participam das oficinas, divididos em quatro turmas de 125. As oficinas são conduzidas por músicos profissionais ou arte-educadores.

A exemplo do que já vem acontecendo nas outras cidades onde foi implementado, no Rio o TIM Música nas Escolas irá selecionar os estudantes que apresentarem mais interesse e aptidão nas oficinas para formar o grupo dos Pequenos Embaixadores da Paz – 60 crianças e adolescentes que terão aulas de música mais direcionadas, receberão uma cesta alimentar mensal e serão responsáveis por levar às suas comunidades mensagens de paz e cidadania por meio da música.

A partir do segundo ano de projeto, os participantes podem também formar Núcleos de Agitação Cultural com atividades como difusão de rádio, produção de festas, oficinas de instrumentos e outras modalidades. Além de ampliarem o tempo de permanência dos estudantes na escola, as oficinas levam para o público valores e cidadania por intermédio da música.

O TIM Música nas Escolas tem como objetivo possibilitar às crianças e adolescentes da rede pública de ensino o acesso a diferentes modos de aprendizagem e atuação na sociedade, utilizando-se, para isso, da linguagem universal da música. Implementado em escolas públicas localizadas em áreas de risco social de grandes cidades, o projeto começou em São Paulo, em abril de 2003, com 5 mil crianças. Em agosto de 2003 foi ampliado para mais quatro capitais – Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Recife (PE) e Belém (PA) – dobrando o número de crianças atendidas.