True Access aposta no mercado de PMEs

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Pensando em atender todo o mercado e facilitar a entrada das pequenas e médias empresas no projeto de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a True Access Consulting, empresa de soluções em segurança da informação do Grupo TBA, lança o NF-e Light. O software é voltado especificamente às companhias que emitem até mil documentos por mês e que não contam com orçamento para realizar altos investimentos em infra-estrutura.


Segundo dados do Encat – Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais já foram emitidos 5,2 milhões de documentos on-line desde que o sistema entrou em funcionamento na prática, em 2006. “Nem todas as empresas possuem condições financeiras para adequar os softwares fiscais ao novo sistema, por essa razão decidimos ofertar um produto de baixo custo”, explica Celso Souza, presidente da True Access Consulting.


A expectativa com o NF-e Light é o aumento da inserção no estado do Mato Grosso e nas regiões Sul e Sudeste. Segundo Souza, até o final do ano a empresa espera incrementar a carteira de clientes, especificamente nos segmentos de grãos, madeireiras, frigoríferos, revendas de automóveis e autopeças.


Com instalação totalmente remota, por meio de uma conexão VPN, o software utiliza dados do programa de ERP, ou de outro semelhante, para produzir o documento eletrônico. A solução ainda é responsável pelo envio das notas para a SEFAZ, com assinatura digital, e acompanha o status de envio, validando se está em conformidade com o governo. “A NF-e poderá ser enviada ao cliente antes mesmo da saída da mercadoria”, diz. Além do software, a True Access Consulting oferece suporte remoto, no formato 8×5 (oitos horas diários, cinco vezes por semana).


Modelo BPO/ASP – A partir do mês de maio, a True Access Consulting irá oferecer a NF-e Light no modelo BPO (Business Process Outsourcing) ou ASP. Nesse caso, ao invés de estar alocada no próprio cliente, a solução é instalada em um datacenter e acessada via Internet. Quem adota esse modelo tem como custo a nota emitida e uma taxa de adesão e de infra-estrutura. “Para implantar esse modelo basta ter uma impressora e acesso a web. Também é preciso converter as informações de faturamento em formato TXT ou XML, o que não é um trabalho complexo”, diz Souza.