Vivo amplia unificação dos sistemas

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A Mercury, empresa de software para BTO (Business Technology Optimization), anuncia que a Vivo, prestadora de serviços de telecomunicações móveis, adotou a suíte Mercury Quality Center, dando continuidade ao trabalho de parceria, de três anos, no auxílio aos processos de implementação e unificação dos sistemas da operadora. A parceria entre as duas empresas começou em 2003, com o início da unificação de determinados sistemas de negócios estratégicos da operadora. “Devido à complexidade e a importância destes sistemas, era vital contarmos com ferramentas integradas para controle e gerenciamento do processo de testes e aceitação de software”, explica Vivian Menezes de Oliveira, gerente de gestão de testes da Vivo.

Os aplicativos escolhidos foram o Mercury TestDirector, o QuickTest Professional e o LoadRunner, que passaram a ser utilizados nos processos de unificação dos negócios cruciais da operadora e na implementação de outros sistemas críticos para a empresa. No projeto de gestão de processos corporativos (ERP), por exemplo, o QuickTest Professional permitiu a execução de mais de 11 mil casos de testes em cerca de 45 dias. “Certamente, sem a utilização do aplicativo, levaríamos o dobro do tempo para realizar a essa quantidade de testes”, lembra Vivian.

Na unificação dos sistemas de billing pós-pago, os aplicativos foram os responsáveis pela automatização de testes para funcionalidades de atendimento e vendas. De acordo com a gerente da Vivo, estes testes são o input para a geração de massa crítica para diversos outros e o aplicativo tem sido fundamental para aumentar a velocidade com que as premissas são definidas, os novos testes são iniciados e sua cobertura é ampliada. “Já no projeto de CRM adotamos a estratégia de utilizar os scripts automatizados para os testes de performance por meio do Loadrunner, o que nos permitiu avaliar o tempo de resposta das transações críticas antes de promover o sistema para produção”.

Benefícios – “Este cenário permitiu que defeitos passíveis de serem percebidos pelos clientes finais não entrassem em produção, o que só aconteceu com sistemas já maduros e estáveis. Também ganhamos agilidade no controle de alterações do escopo de testes, no acompanhamento da fase de homologação e no monitoramento de indicadores de qualidade dos sistemas, que ficou mais rápido e eficiente”, afirma Vivian, lembrando que os aplicativos geram relatórios técnicos com dados como o percentual de casos de testes executados, volume total de casos de testes e idade dos defeitos abertos.

Dentre outros benefícios trazidos com o uso das ferramentas da Mercury destaca-se a geração de relatórios executivos com informações sobre quais requisitos estão com os testes cobertos e funcionando adequadamente monitoração e controle de acordos de nível de serviço (SLAs) com fornecedores e com consultorias de testes, definição e medição de critérios claros como qualidade da solução, tempo de correção dos defeitos e execução diária de testes para obedecer a cronogramas de implementação.

“Para o usuário final, o grande benefício está na garantia de que os sistemas colocados em produção tiveram todas as suas novas funcionalidades cobertas com os casos de teste, que mediram e verificaram eventuais impactos em outras já existentes. Mais que isso, hoje temos uma visão clara do escopo crítico que deve ser testado e homologado antes que o sistema seja posto em funcionamento. Resumindo, temos maior transparência na visão do comportamento do sistema e de sua interação com as áreas de negócios”, diz Vivian, da Vivo.

Migração – Os resultados alcançados com a utilização dos aplicativos levaram a Vivo a adotar uma solução completa: a suíte Mercury Quality Center que, além do TestDirector e do Quicktest Professional, inclui também o WinRunner e o Business Process Testing. A migração aconteceu em maio e, de acordo com Vivian, foi um sucesso, pois contemplou mais de seis mil requisitos de sistemas e mais de 120 mil casos de testes, com informações históricas de três anos, sem a perda de um único dado.

“Com a suíte, esperamos garantir uma arquitetura robusta para a Vivo. Temos uma grande expectativa em relação à implementação do dashboard da suíte, que vai nos mostrar os pontos de interseção entre os projetos, o que vai nos dar ainda mais subsídios para a tomada de decisões”, comenta a gerente.

A curva de aprendizado de novos usuários chave e consultores com as ferramentas da Mercury tem sido bem curta na Vivo, com os treinamentos sobre a metodologia e a ferramenta realizados em apenas um dia. Um exemplo é o módulo Defect Manager, da suíte Mercury, que foi definido como padrão para que os fornecedores de desenvolvimento de software acompanhem os defeitos encontrados, sua criticidade e toda a documentação e evidências de re-testes.