Participar do ClienteSA é como receber um grande cheque assinado pelo mercado, validando que aquilo que você faz tem valor, método e resultado
Autor: Francisco Sarkis
A atualização das categorias do Prêmio ClienteSA trouxe várias novidades — mas também acendeu uma dúvida clássica: “Em qual categoria eu inscrevo meu case?” E olha… é uma dúvida legítima mesmo. Porque não é só sobre onde o projeto cabe. É sobre como a sua empresa quer ser percebida pelo mercado.
Participar de um prêmio como o ClienteSA é muito mais do que disputar um troféu. É como receber um grande cheque assinado pelo mercado, validando que aquilo que você faz tem valor, método e resultado. É reputação. É posicionamento. É narrativa estratégica. E é por isso que escolher a categoria certa muda tudo.
Categoria não é gaveta. É vitrine
Muita gente olha para as categorias tentando “encaixar” o case tecnicamente. Erro clássico. Categoria não é gaveta organizacional. Categoria é vitrine de posicionamento. Antes de questionar “onde meu case cabe?”, pergunte:
– Minha empresa quer ser percebida como inovadora?
– Como transformadora digital?
– Como referência em dados?
– Como máquina de eficiência operacional?
– Ou como empresa madura em cultura cliente?
A resposta muda totalmente o jogo.
A nova segmentação deixou isso ainda mais claro
A atualização do prêmio estruturou as categorias em grandes blocos estratégicos — como Inovação, Transformação, Excelência Operacional, Cultura & Gente, Impacto Social — justamente para refletir níveis diferentes de maturidade e foco das iniciativas. Ou seja: Não é só o que você fez. É o que isso representa dentro da evolução da empresa.
Vou simplificar como explico para clientes:
Se o projeto nasceu para romper paradigma → Inovação
Ex.: IA inédita, jornada nunca testada, modelo disruptivo.
Se nasceu para modernizar e escalar → Transformação
Ex.: digitalização, automação, integração de canais, data driven.
Se nasceu para performar melhor → Excelência Operacional
Ex.: redução de TMA, ganho de NPS, eficiência, produtividade.
Se nasceu para mudar mentalidade → Cultura & Gente
Ex.: programas de engajamento, liderança CX, employee experience.
Se nasceu para gerar impacto além do negócio → ESG / Social
Percebe? A mesma iniciativa pode caber em mais de um lugar. Mas o que define é a história que você quer contar.
O erro que mais faz case perder força é quando a empresa tem um baita projeto de eficiência, mas inscreve-se como inovação. Ou tem uma transformação digital robusta, mas se posiciona como operação. Resultado? O jurado lê com expectativa de ruptura e encontra melhoria incremental. A régua sobe — e o case perde competitividade. Categoria errada não desclassifica. Mas tira potência narrativa.
Em resumo, escolher uma categoria é uma decisão estratégica, não burocrática. É responder: “Como queremos que o mercado nos enxergue depois desse prêmio?” Porque no fim do dia, o troféu é só a materialização. O que fica mesmo é:
– A chancela de maturidade
– O reconhecimento público
– O reforço de marca
E aquela validação inequívoca do mercado dizendo: “Eles são referência nisso aqui.”
Francisco Sarkis atua há anos na construção de cases para premiações nacionais e internacionais. Especialista em transformar projetos complexos em narrativas estratégicas de reconhecimento, já acompanhou cases vencedores em iniciativas como ClienteSA, Abemd, Consumidor Moderno e outras. Nesta edição, contribuiu com a reflexão estratégica sobre o novo posicionamento do prêmio, ajudando a alinhar regulamento e categorias aos desafios reais do mercado atual.





















