Adedo Contact Center: Um Sucesso nos Negócios Com Gestão Humanística

0
15

A Adedo Contact Center surgiu do sonho de um empreendedor, o empresário Ariovaldo Ferreira, que planejou ampliar a atuação de sua empresa de telecobrança e transformá-la em um Contact Center com capacidade para oferecer soluções inteligentes ao mercado brasileiro. Ferreira, que preside a Adedo, tinha consciência de que o mercado apresentava uma forte demanda de empresas terceirizadas para realizar esse trabalho.
A marca forte em cobrança da Tec Cobra, já estabelecida há 27 anos no mercado e de propriedade de Ferreira, foi determinante para a criação da Adedo Contact Center. Os anos de tradição e a expertise de um trabalho com resultados excepcionais garantiram e proporcionaram a força necessária para a entrada da empresa em um mercado competitivo como o de Call Center / Contact Center.
Empresas como a Multibras, Lojas Marisa, Sky, Telemar, Banco do Brasil, Pão de Açúcar, entre outras, aderiram à eficiência do novo Contact Center. O primeiro cliente a utilizar os serviços de televendas da Adedo foi a Telefônica, a partir de dezembro de 2003. Em pouco mais de dois anos no segmento de telemarketing o número de colaboradores da empresa saltou de 80 para 1.100.
Qualificação de mão de obra
Para garantir a qualidade de seus serviços, a empresa investiu US$ 7 milhões em instalações e tecnologia. A consciência de que não bastam apenas equipamentos de ponta para garantir bons serviços fez com que a Adedo desenvolvesse também uma série de ações com o objetivo de formar e qualificar todo o time de colaboradores através da sua área de Recursos Humanos. Entre as iniciativas da empresa está o investimento em cursos internos e a forte parceria com a Prefeitura de Barueri, onde a empresa está está instalada. Dessa forma, criou um outro núcleo fora de suas dependências para formação de profissionais para atuar em PA´s. Com isso também pôde proporcionar a oportunidade do primeiro emprego para inúmeros moradores da região.
Além da qualificação de mão de obra, a Adedo criou uma série de programas para evitar o estresse decorrente da atividade em uma operação de Call Center. São realizadas, periodicamente, pesquisas de satisfação junto aos operadores para verificar se a infra-estrutura do ambiente de trabalho está adequada e são checados itens básicos como iluminação, conforto térmico, entre outros itens que proporcionam conforto para o colaborador. Ginásticas laborais, alongamentos, relaxamento e paradas comemorativas de vendas estão entre outras atividades realizadas que contribuem para descompressão, durante o período de trabalho.
Responsabilidade Social
A área de Recursos Humanos da Adedo preocupa-se com a qualidade de vida de seus colaboradores dentro e fora da empresa e por isso foca sua atuação em uma Gestão Humanística. O RH realiza um amplo trabalho de Responsabilidade Social junto aos seus colaboradores e também com suas famílias. A empresa tem uma série de ações sociais originais que não são baseadas em modelos já existentes e nem estão escritas em manuais de RH. As idéias foram desenvolvidas especialmente para os colaboradores da Adedo.
Atualmente, a empresa possui 800 PAs disponíveis e tem capacidade para 2.500 instalações. A empresa criou condições para oferecer soluções inteligentes no segmento de Contact Center e Cobrança. A tecnologia avançada, colaboradores bem preparados, processos eficientes e o compromisso de agregar valor ao cliente são os pontos fundamentais da estrutura da Adedo.
Ser o melhor Contact Center da América Latina e estar entre as 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil está entre os planos da Adedo. “Sinto muito orgulho ao perceber que o mercado está reconhecendo o trabalho que realizamos com foco nas pessoas, com muita responsabilidade social e sustentado por tecnologia de ponta” afirma Ariovaldo Ferreira. “Com nossa filosofia de trabalho – informa – apenas em março, recuperamos R$ 4,9 milhões para nossos clientes. Trabalhamos com uma faixa de recuperação de negócios de 90% a 92%, nos primeiros 30 dias de cobrança. Atualmente, estamos desbravando novos mercados e fechamos um contrato com um grupo francês que oferece financiamentos na Europa e comercializa vinhos. Em 2003, faturamos R$ 52 milhões e, para o ano de 2004, projetamos negócios em torno de R$ 80