Esta semana, o Mac apaga 25 velinhas



Vocês lembram o comercial 1984?  Para lançar o Macintosh, a agência Chiat/Day fez o que talvez tenha sido o primeiro buzz marketing da história. Chamou Riddley Scott para dirigir o comercial (criado por Steve Hayden e Lee Clow) e veiculou-o uma única vez, no terceiro quarto do Superbowl XVIII, em 22 de janeiro de 1984. Minto, o comercial havia sido veiculado antes, a uma da manhã do dia 15 de dezembro de 1983, na KMVT, de Twin Falls, Idaho, mas fora só para poder inscrever o comercial nas premiações que exigiam veiculações no ano anterior.


 


1984 fez furor. Por ser bom. E por ser caro. Pelo menos, para os padrões da era (500 mil dólares de produção, 1 milhão de dólares para uma única veiculação). E, last but not least, porque introduzia uma revolução de fato. O Mac, nesses 25 anos, tem sido pioneiro em novas tecnologias, incluindo interfaces gráficas com o usuário (o Windows não passa de uma cópia bem sucedida do GUI do Mac), reconhecimento de fala, Wi-Fi e vídeo. Essa tendência ainda irá se manter por alguns anos. A capacidade que a Apple ainda tem de influenciar a indústria é indiscutível. Algumas nuvens, porém, estão aparecendo no horizonte. Veremos, como dizia o cego.