A oportunidade de agregar inteligência

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Em três anos, a Verint deve dobrar a operação brasileira, em faturamento também. E quem assume o desafio de colocar em prática o projeto global da companhia é Paulo Bonucci, que acaba de assumir o novo cargo aberto no Brasil, de country manager. “É um projeto estratégico global em que o Brasil, inevitavelmente, está inserido, e temos muitas chances de cumprir à risca”, comenta o executivo que está completando um mês na empresa.

 

Para Bonucci, o projeto da empresa passa essencialmente pela reestruturação do “go to market”, baseado em alguns pontos, como reestruturação da estratégia de canais, trabalhar o branding, ampliação da estrutura profissional e novas parcerias. “Um dos grandes diferenciais, que é um posicionamento estratégico de mercado, é apostar no fortalecimento dos canais, trabalhando com os clientes e provocando engagement de canais. Queremos tê-los como parceiros, não concorrentes”, justifica. A perspectiva também é de ampliar o número de parceiros, além dos tradicionais Avaya, ddCom e Wittel – que são direto. E, consequentemente, a ampliação da estrutura local, devendo chegar a 23 profissionais, para dar suporte ao crescimento planejado.

 

O desafio, para o executivo, é consolidar a estratégia da empresa em um mercado que ele avalia como maduro. “Temos que reconhecer que o mercado brasileiro amadureceu, pois estamos falando de pelo menos 20 anos de transformações profundas de outsourcers e operações internas”, avalia. O que, na opinião do executivo, facilita a adoção agora de soluções mais avançadas como de speech analytics, entrando na nova onda, a de agregar inteligência na análise de dados. “Chego em um momento onde as grandes oportunidades começam agora, que são as de valor agregado, com produtos e estratégias amadurecidas para oferecer ao mercado, tanto de clientes tradicionais que precisam evoluir suas ações e qualidade de atendimento ao cliente, quanto para novas empresas em segmentos e atividades”, comenta Bonucci.