Dígitro avança no mercado internacional

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A Dígitro Tecnologia, que adotou um modelo baseado em parcerias com empresas locais, conta com a representante uruguaia Teleimpresores, que vai cuidar da comercialização de toda a linha de produtos da Dígitro na América Latina – PABX, Call Center (Easy Call) e Redes Convergentes (VoIP/VoFR), que foi traduzida para o espanhol. Além disso, a aliança com a Teleimpresores já trouxe resultados positivos com a venda de um PABX de grande porte para o Hotel Cipriani, em Punta del Este, outro PABX para a Ricoh e a solução EasyCall para o Ministerio del Interior, em Montevideo, que adquiriu as soluções para o serviço de atendimento a emergências, o 911. De acordo com Luís Augusto Martins, diretor comercial da Dígitro, as oportunidades de negócio no Uruguai são boas. “Nossa meta é comercializar R$ 500 mil, ainda em 2004”, quantifica.
Ainda segundo o executivo, o processo de exportação dos produtos Dígitro teve início no ano passado “Agora, estamos formando uma rede de parceiros na América Latina e criando toda a estrutura de treinamento, preparação logística e jurídica, para atender com altos níveis de eficiência os clientes internacionais”, avalia. A seleção de representantes é rigorosa. As companhias precisam passar por treinamento e capacitação na sede da Dígitro, em Santa Catarina (BR), para se tornarem representantes comerciais e responsáveis também pela assistência técnica e reposição de peças.

O próximo passo é rumo à Colômbia, cujo processo de negociação com representante local já foi iniciado e ao Paraguai, onde a Dígitro já possui duas empresas capacitadas para gerar negócios. Martins explica que as incursões no mercado externo são vistas pela empresa como mais um frente de atuação. Entretanto, a principal aposta é no mercado interno, que deve se manter aquecido, principalmente com o aumento da demanda em call centers, que precisam de tecnologia para atender às exigências da modalidade off-shore, que vem ganhado espaço, no País. “Além disso, as redes corporativas convergentes são uma tendência mundial e as corporações brasileiras devem continuar migrando suas centrais antigas para novas, com integração de voz e dados”, conclui.