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RH se divide sobre Lei da Terceirização

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O Projeto de Lei (PL) 4330/2004, que tem como principal objetivo regulamentar a terceirização do trabalho, tem gerado muitas discussões. A proposta divide opiniões entre empresários, centrais sindicais e trabalhadores. Entre os especialistas da área de Recursos de Humanos de empresas de diversos setores não é diferente. Pesquisa da Thomas Case & Associados, consultoria de gestão e transição de carreiras, revela que 55,4% são a favor e 44,6% não apoiam o projeto. Outro dado apontado pela pesquisa tem relação com a quantidade de atividades que as empresas terceirizarão: 42,8% dos respondentes afirmaram que pretendem terceirizar mais, enquanto que 18,1% são contrários e 39,2% não tinham opinião formada.
Quando o assunto é qualidade nos serviços prestados e no acompanhamento da gestão de pessoas, para 35,5% dos profissionais que responderam à pesquisa, a nova lei garante que as empresas contratadas mantenham a qualidade. Mas 56% não acreditam que seja possível garantir os serviços com eficiência. 8,4% não opinaram.
Outro ponto em discussão no Senado com a aprovação do Projeto de Lei é a questão da empregabilidade, ou seja, se haverá mais geração de oportunidades. Para 32,1% dos respondentes o projeto deve sim gerar mais empregos. Mas 43% se opõem e não acreditam em novas oportunidades no mercado de trabalho. 24,8% disseram que “talvez”. Além disso, para 31,9% dos entrevistados que responderam o estudo, a mudança assegura à empresa contratante do serviço terceirizado a não existência de problemas trabalhistas. Mas 62% não acreditam que a PL 4330/2004 garante que empregadores evitem problemas com direito do trabalho. Enquanto 6% não têm opinião formada.
Para Norberto Chadad, CEO da Thomas Case & Associados, os dados do estudo revelam que existem opiniões divididas em relação a discussão do tema, visto que os resultados entre os favoráveis e aqueles que são contra têm diferença pequena. “Mesmo com a aprovação da lei, as adesões à terceirização ainda apresentam dúvidas. 39,2% dos respondentes permaneceram sem opinião definida no tocante a terceirizar seus setores. Ainda, nota-se que a maioria dos entrevistados terceirizaria a atividade-meio e não a atividade-fim do negócio, posto que 56% dos respondentes não acreditam na qualidade dos serviços prestados com eficiência por parte dos terceirizados. Diante dos fatos e índices apresentados pelo resultado da pesquisa, acredito que esse assunto ainda renderá várias discussões em diversos setores da economia, governo e sindicatos”, completa.

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