Se é melhor, por que não ir?

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Com a saturação dos grandes centros, o mercado de contact center tem procurado novas alternativas para a abertura de novos sites. Cada vez mais, as empresas do setor estão indo em direção à cidades menores ou para regiões mais afastadas. E a perspectiva é de que esse movimento continue, na visão de Regis Noronha, diretor executivo de estratégia e marketing da Atento no Brasil. “Acreditamos que essa tendência deverá continuar, enquanto predominarem nos grandes centros, principalmente na capital paulista, os maiores custos de pessoal, de metro quadrado, de salário, de infraestrutura, conectividade além da concorrência por mão de obra qualificada”, pontua.
Ele acrescenta ainda que, nas cidades menores, as empresas podem ter algumas facilidades que se traduzem na melhoria da produtividade de uma central de atendimento. Como exemplo, ele explica que centrais menores no interior propiciam maior facilidade em sua gestão, redução de custos operacionais, (como aluguel, IPTU, entre outros), melhor qualidade de vida para os profissionais (menos tempo gasto no transporte da residência ao trabalho, menor custo de vida). No entanto, Noronha ressalta que é necessário avaliar detalhadamente nessas cidades menores a disponibilidade de recursos, desde o porte ideal de uma central de atendimento em uma localidade com 300 mil habitantes, até qual a parcela da população economicamente ativa, se estes profissionais estão no perfil de contratação e se há outra empresa empregadora no local que possa gerar uma competitividade na contratação das pessoas.
No caso da Atento, o diretor conta que diversos fatores levaram a decisão de abrir sites fora dos grandes centros, como melhor produtividade, maior facilidade em obter mão de obra, menores custos (infraestrutura, transportes, entre outros) além da possibilidade em obter incentivos fiscais. “Além disso, temos um compromisso social. Operar em outras regiões significa contribuir para a distribuição de renda no País. A abertura de uma nova central, além da geração de empregos locais, o que reflete diretamente na capacidade de consumo dos profissionais contratados, pode também impactar no desenvolvimento de novos negócios no entorno”, revela.
Dessa experiência, a empresa tem notado que a mão de obra possui um maior compromisso com os objetivos da empresa, pois há taxas reduzidas de absenteísmo, pequeno índice de abandono de emprego e uma satisfação visível por pertencer a uma organização. Tais dados, segundo Noronha, refletem qualitativamente no resultado e são fundamentais para o desenvolvimento de um ambiente de trabalho saudável e para um clima organizacional positivo.

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