Treinamento nas nuvens

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No mundo dos negócios de hoje, a disciplina de execução cumpre um papel de extrema importância dentro das organizações. É necessário planejar bem, mas é fundamental concluir o planejado. Dentro deste cenário a Air Explorer Corporate Mission, por meio da utilização de helicópteros passa a oferecer treinamentos especiais e eventos corporativos diferenciados, com o objetivo de contribuir com as organizações, gestores e executivos.


O Air Explorer surgiu da necessidade de novas alternativas para o fortalecimento de relações corporativas e pode ser associado a lançamentos de campanhas, convenções empresariais, programas de relacionamento e ações motivacionais. “Existe uma grande diferença entre assistir a uma palestra e participar de um treinamento vivencial”, argumenta João Francisco Zácari Junior, diretor do programa. De acordo com o executivo, o treinamento prático produz efeitos extremamente superiores, principalmente quando envolve o planejamento e a execução de um vôo de helicóptero.


As competências para análise, planejamento, comunicação, liderança e principalmente execução, são fortemente trabalhadas durante o treinamento. A intensa participação dos condutores, como Lino Nogueira Rodrigues Filho, advisor do treinamento e palestrante principal, faz com que os participantes desenvolvam com destreza a liderança, autoconfiança, superação de medos e limites, disciplina, integração, criatividade, concentração, responsabilidade, precisão, certeza, coragem, rapidez nas tomadas de decisão, visão global, motivação e espírito de equipe.


“Todos os integrantes das equipes se envolvem no planejamento e têm papéis importantes na aeronave durante o vôo, seja como co-piloto, navegador ou observador”, conta Zácari. Ele explica que o programa está “conectado” a um software que avalia o desempenho dos participantes antes, durante e depois do treinamento. “Temos condições de medir os resultados para subsidiar a empresa no acompanhamento da performance dos colaboradores”, afirma.


O programa é oferecido nos municípios paulistas de Campinas, Atibaia e Guarujá, hotéis Royal Palm Plaza, Bourbon e Jequitimar. No entanto, a equipe estuda a possibilidade de aplicação em outras cidades brasileiras ou sedes de empresas que possuam heliporto.