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Atuando dentro de um mercado aquecido de mão de obra, muitas vezes se o candidato tiver o mínimo requerido é admitido. Na avaliação de Cezar Antonio Tegon, presidente da consultoria Elancers, isso aliado a falta de tecnologia e a falta de avaliação do perfil adequado, explicam o alto turn over do segmento e, consequentemente, a baixa qualidade nos serviços prestados aos clientes por algumas empresas. “Os call centers têm as dificuldades criadas por eles mesmos, a principal delas é a forma rudimentar de fazer as contratações, com pouco ou, em alguns casos, nenhuma tecnologia no processo. Este é um fator crítico para o momento atual de falta de capacidade em atender as demandas por  mão de obra”, afirma.
 
Ele comenta que as empresas no segmento usam, em sua grande maioria, o JobPost, sites de empregos de mercado ou sistema interno apenas para cadastro de vagas e busca de currículos. O JobPost assim como redes sociais, do ponto de vista de otimização de processos, são soluções limitadas e auxiliam principalmente o R do R&S ou seja auxiliam no Recrutamento – captação de candidatos, segundo Tegon.
 
“Não ajudam a informatizar o processo de escolha de candidatos uma vez que não mantém o fluxo de trabalho organizado e sistematizado. Por conta disso, o trabalho da área é 80% operacional e artesanal”, pontua. O especialista explica que o problema é que nada fica registrado sobre as fases do processo e um candidato pode na mesma empresa já ter sido chamado dezenas de vezes ou ter sido reprovado muitas outras vezes por outros recrutadores da empresa.
 
Na visão de Tegon, as empresas do segmento, por serem grandes contratadores, deveriam focar em obter ganho de produtividade e buscar informatizar ao máximo os processos de contratações como um todo. Ele defende que as empresas devem investir em criar, de fato, um único canal de atração de candidatos para fortalecer a base exclusiva de candidatos e assim deixar de depender da sorte e de sites e empregos. “Acredito que é preciso em primeiro lugar utilizar de fato a tecnologia de recrutamento e seleção on-line e em segundo lugar estas empresas precisam elaborar estratégias de atração e fortalecimento de suas bases de reposição de mão de obra para não terem que fazer contratações às pressas e em geral mal feitas”, reforça.

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