CSU investe nos serviços de pagamentos digitais

Companhia irá operar com  uma plataforma híbrida de processamento de transações eletrônicas

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Fabiano Droguetti, diretor executivo de tecnologia e operações da CSU
Fabiano Droguetti, diretor executivo de tecnologia e operações da CSU

A CSU anuncia que passará a operar com uma nova plataforma para meios de pagamentos, com início previsto para o segundo semestre deste ano, visando fortalecer e modernizar mais as frentes voltadas para os serviços de pagamentos digitais. Mirando o desenvolvimento dos mercados emergentes de pagamento e crédito ligados ao surgimento do PIX, contas pagamento e demais novas ferramentas de transações eletrônicas, a CSU incorpora a plataforma Glic a seu ecossistema de processamento.

“Realizamos o licenciamento a longo prazo da Glic (glic-solutions.com/pt-pt), que junto com a solução VisionPLUS, integram a nossa Plataforma Híbrida de Processamento, com uma maior resolução de hiperconectividade para processamento dos meios de pagamento”, diz Fabiano Droguetti, diretor executivo de tecnologia e operações da CSU. Este novo projeto da CSU está focado nas necessidades específicas dos clientes e de acordo com as características de cada um dos produtos.

A plataforma da Glic será utilizada pela CSU nas operações, baseada em cloud pública para projetos de cartões de débito, crédito e pré-pagos das bandeiras Visa, Mastercard e Elo, além de soluções private label. A solução stará amplamente integrada na plataforma total de processamento. Esse novo projeto que a CSU adiciona a sua infraestrutura de processamento já foi implementado em mais de 20 países, incluindo o Brasil, com diversos clientes ativos em território nacional. “A plataforma Glic apresenta mais de 100 inserções no mercado, sendo a maioria destas, com a migração de outras plataformas, dadas as suas qualidades e inovações. Por todas as suas características operacionais completas e ajustadas as tendências de negócios em pagamentos, irá atender nossos clientes em todas as suas necessidades”, diz Droguetti.

Outro diferencial destacado por Droguetti, é a experiência de seus clientes com essa nova configuração aprimorada. “Com a Plataforma Híbrida de Processamento acompanharemos a jornada dos clientes no seu desenvolvimento e ampliação de negócios. Deveremos realizar suas implantações utilizando a plataforma mais adequada aos seus produtos, e realizar possíveis evoluções nas nossas soluções de processamento se adequado, sem dificuldades. Evoluções a serem realizadas em cerca de dois meses, ao invés de migrações levando até dois anos, como tradicionalmente ocorre no mercado, envolvendo diferentes processadoras. Com esta nova plataforma, eliminamos a necessidade de migrações custosas e demoradas”, diz o executivo.

Segundo o executivo, o cliente da CSU passa a poder trafegar no processamento do portfólio de cartões de uma plataforma para outra, com uma maneira muito mais fluída e rápida, de acordo com suas necessidades específicas e operando sempre na melhor estrutura. “Todo esse processo, está dentro da CSU, e com isso, reforçamos o nosso posicionamento da parceria de crescimento com os clientes, entregando soluções flexíveis, que se adaptam às mudanças. Poderemos, inclusive, ter a condição de um cliente com portfólio processado em mainframe no VisionPLUS e um novo projeto específico em que seja adequado ser instalado no Glic. Toda essa operação será efetuada com alta integração”, destaca.