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Os vídeos curtos no engajamento de consumidores às marcas

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Paulo Fernandes, diretor de vendas para as Américas do Kwai

Diretor da Kwai conta a trajetória da plataforma e destaca as tendências e os novos formatos de conteúdo

As redes sociais de vídeos curtos, febre para internautas do mundo todo, vão-se tornando também – como seria mesmo de se esperar – plataformas de aproximação entre marcas e consumidores. No caso do Kwai, em seu país de origem, a China, já se tornou um dos principais canais de e-commerce. Enquanto no Brasil, com 45 milhões de usuários ativos, a ferramenta cresce graças à inclinação característica para criatividade e autenticidade entre os brasileiros. Tanto que, faz surgir agora a ideia do TeleKwai, vídeos de até dois minutos que são construídos e exibidos no formato das telenovelas. Essa novidade e outros avanços da plataforma no modelo de live commerce, que conta com curadoria de conteúdos e estratégias de aproveitamento de todo o ecossistema da rede, foram compartilhados, hoje (17), por Paulo Fernandes, diretor de vendas para as Américas do Kwai, convidado da 484ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA.

Iniciando a conversa pela experiência de 17 anos que carrega, com passagens por empresas de conteúdo, como Facebook e TikTok, além de ABlab e Riot Games, o executivo apontou sua satisfação em fazer parte da indústria de vídeos curtos. Na Kwai desde julho do ano passado, ele entende que esse segmento tem revolucionado a forma como os consumidores interagem com conteúdo e a ação das marcas com a publicidade, destacando que a adoção da plataforma pelas empresas para se conectarem com os consumidores tem sido significativa. “Estar no Kwai todos os dias me fez compreender um relevante propósito, o do quanto a plataforma democratiza a criatividade. Porque não há barreiras de entrada. Qualquer pessoa pode ser geradora de conteúdo.” Dentro disso, Paulo aproveitou para falar do TeleKwai, recém lançado no país, que são conteúdos no modelo de telenovelas para que as pessoas possam contar histórias exclusivas de forma coletiva. O objetivo é que, em no máximo dois minutos, pessoas descrevam situações iguais às que enfrentamos no cotidiano. Na sequência, o diretor comentou que o algoritmo da Kwai prioriza a criatividade e a autenticidade.

“Então, se as marcas parceiras do Kwai construírem um conteúdo autêntico e criativo, a inteligência da plataforma irá encontrar pessoas que tenham interesse nessa mensagem, compartilhando e potencializando independente da quantidade de seguidores que tenha quem gerou o conteúdo.”

“O Kwai é a cara do Brasil”, exclamou o diretor, ao ser indagado sobre os demais diferenciais da plataforma dentro de um mercado tão competitivo, justificando a afirmação por dois fatores. O primeiro seria justamente essa estratégia de privilegiar criatividade e autenticidade. E o segundo está no fato dos 45 milhões de usuários ativos no País estarem distribuídos de forma equitativa por todas as demografias, sem concentração específica em nenhuma região. “E o brasileiro, ao ser recebido numa mídia que o respeita como ele é, se sente seguro e confortável vendo suas mensagens recorrentes sendo distribuídas neste ambiente.”

Questionado sobre ser uma plataforma de entretenimento por vídeos curtos amadores e, ao mesmo tempo, uma mídia de live commerce, Fernandes respondeu com um dado do Kwai na China, onde já é uma das maiores plataformas de e-commerce do país, mesmo sendo um ambiente de vídeos curtos. Trata-se, no seu entendimento, da oportunidade de a marca interagir diretamente com o consumidor. Além disso, coaduna-se completamente com a priorização que a plataforma concede aos itens criatividade e autenticidade, desta vez conferidas à forma como se mostra e se vende um produto. “Trata-se aqui, da personificação, por um influenciador, da genuína experiência de compra, comprovando na prática os mesmos aspectos aspiracionais que estão na mente do consumidor.”

De qualquer forma, o executivo ressalta que fazer publicidade por meio de vídeos curtos é uma coisa nova, uma jornada de aprendizado que está em seu início. Segundo ele, as agências que estão nessa vanguarda, atuando com competência nesse novo formato, já entenderam que a melhor forma de se comunicar é transportar sua mensagem dentro desse valor de autenticidade. “Quanto menos ‘plastificado’ for o conteúdo, maior será a aderência e o engajamento do público.” Segundo Paulo, as empresas estão descobrindo a força do modelo e já vem utilizando de forma estratégica em dois momentos bem distintos, sendo um o institucional, na construção de marca, mas também como canal de performance e conversão. “A plataforma oferece ferramentas inclusive para experimentação. É preciso ter mente aberta para saber explorar da melhor maneira possível a comunicação com cada audiência. Ao receber o feedback do consumidor, a empresa vai descobrindo qual o melhor caminho a seguir. Essa mentalidade de laboratório, de testes, é fundamental.”

Ao falar das estratégias da rede social para este ano, além de uma intensa atividade de curadoria de conteúdo para os avanços da plataforma, o diretor revelou também a expansão para outros países das Américas. Em termos de inovação, a empresa irá buscar cada vez mais formas de unir marcas com produtores de conteúdo, em uma dinâmica permanente e natural dentro do ecossistema. Ele pôde ainda descrever os diferentes caminhos na construção e consumo de conteúdo, as expectativas em torno da ideia do TeleKwai e detalhar todo o suporte que a plataforma oferece no end to end para os geradores de conteúdo.

O vídeo com o bate-papo na íntegra está disponível em nosso canal no Youtube, o ClienteSA Play, junto com as outras 483 lives realizadas desde março de 2020. Aproveite para também para se inscrever. A Série Lives – Entrevista ClienteSA prossegue amanhã (18), com a presença de Diogo Corona, CEO da TotalPass, que falará de como a organização agrega serviços com foco em saúde física e mental; na quinta, será a vez de Juliana Sandano, superintendente executiva do ciclo de vida do cliente do Banco Original; e, encerrando a semana, um Sextou sobre as martechs e a força, cada vez maior, dos dados no engajamento, com Miguel Caeiro, diretor-geral da VidMob na América Latina, e Paulo Martins, CEO da Arena.im.

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