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Crise: sinônimo de desafio para líderes

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A responsabilidade de um gestor é altíssima em quaisquer condições de mercado. Na crise, porém, a cobrança torna-se mais intensa. Neste momento, os gestores desempenham um papel de extrema importância. Eles têm a responsabilidade de orientar e transmitir às suas equipes a confiança de que os objetivos devem ser cumpridos, alicerçados na comunicação transparente e no exercício pleno da liderança. Além disso, devem abrir um diálogo permanente, demonstrando que as medidas tomadas são necessárias e fundamentais para a continuidade e melhoria dos negócios da empresa. Discutindo em conjunto, compromete o time interno e consolida a credibilidade.

Por outro lado, avaliar os impactos da crise e traçar um plano de metas são pontos essenciais no envolvimento dos diversos grupos de colaboradores, que irão sentir-se mais participativos, auxiliando nas ideias construtivas. Nestes casos, os gestores têm de enxergar oportunidades na crise. O perfil de liderança, mais do que em qualquer momento, é indispensável. A eles cabe ter o faro para encontrar o caminho correto para as ações, utilizando a visão técnica e a inteligência emocional para formular análises e soluções criativas. Ser claro e saber ouvir são requisitos essenciais aos gestores. Na prática, fugir do fantasma da crise, com o mínimo possível de erros, requer muita paciência e perseverança dos gestores. Ter a coragem de assumir riscos, planejar o crescimento e inovar com estratégias de médio e longo prazos são princípios básicos para a condução, pelos líderes, ao sucesso empresarial.

Lívio Giosa é presidente do Cenam, vice-presidente da ADVB e coordenador-geral do Pnbe. (http://blogclientesa.clientesa.com.br/grandessacadas)

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