De olho no primeiro bilhão

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Quadriplicar o faturamento, sem dúvidas, é um grande desafio. Mas é com essa meta que a Provider comemora seu 16º aniversário. Não bastasse atingir a marca de R$ 237 milhões em faturamento no último ano, a companhia espera chegar ao primeiro bilhão até 2015, além de entrar nos mercados colombiano e peruano e abrir capital na bolsa de valores. Atualmente, com dez mil funcionários distribuídos em seis sites e 3.400 posições de atendimento, a empresa, que mantém presença no Brasil, Chile e Angola, acredita estar em um patamar maduro em relação ao mercado. “O Grupo Provider iniciou suas atividades com o escopo de uma empresa pequena, mas de grandes objetivos e a tecnologia aplicada à época foi evoluindo junto com esta.”, enfatiza o CIO da Provider, João Guilherme Soares.


Desde 2004, quando o Grupo faturou R$ 29 milhões, os números da empresa foram se potencializando ano a ano, chegando a R$ 96 milhões em 2006, no 10º aniversário. A abertura para o mercado internacional, com a instalação da Provider Latin América, no Chile, aconteceu já no ano seguinte, elevando o faturamento para R$ 184 milhões. O passo seguinte foi expandir, em 2009, as operações de call center, que representam 50% do faturamento, e chegar ao valor de R$ 216 milhões. Crescendo de forma mais acentuada, o ano de 2010 foi premiado com R$ 235 milhões.


Para manter competitividade no mercado ao longo da última década, quando transformações na comunicação pautaram um novo posicionamento das empresas frente aos consumidores, um dos pontos estratégicos da companhia é o desenvolvimento próprio de software. “O mundo está mudando de forma significativa e TI tem um papel fundamental para alavancar nosso negócio. Com a visão de TI como estratégia, mantemos nossa competitividade e excelência no atendimento ao consumidor final”, ressalta Soares.


A lição desse período foi tirada de muitos desafios a serem superados pelo meio do caminho, como a gestão de pessoas, que, no setor, envolve entre os pontos negativos absenteísmo e turn over. “Desafios existem em qualquer tipo de negócio, mas para quem tem como principal ativo ´pessoas´, eles se tornam ainda maiores”, avalia a gerente corporativo de RH, Angela Cristina Galindo. Entretanto, ela diz haver uma fórmula para gerir a equipe e chegar a resultados positivos para empresa, como os esperados para os próximos anos. “O segredo é fazer o simples bem feito”, resume e finaliza.