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Incentivo às estratégias no varejo

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Como incentivar e reconhecer o esforço na fidelização de clientes no varejo? A Alshop, Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, que congrega 572 shoppings centers no País, decidiu instituir o reconhecimento às estratégias e resultados obtidos através do Premium Shopping Alshop/Visa. O resultado foi a recepção de 68 cases para eleger 33 vencedores, em sete categorias – renovação/expansão, inovação, marketing comunidade, marketing promocional, marketing institucional, marketing de relacionamento e endomarketing. Nabil Sahyoun, presidente da Alshop, justificou o lançamento do evento à finalidade de reconhecer o trabalho já realizado pelos shoppings e incentivá-los a buscar o desenvolvimento e a atualização, uma vez que esta indústria vem se modernizando a cada ano e o cliente está mais exigente. “Decidimos não omitir o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas administ rações dos shoppings, prestigiando e homenageando os empreendimentos que forem considerados os melhores nas categorias eleitas, dando origem assim, a criação do Premium Shopping – Alshop/Visa”.
Foram mais de mil pessoas reunidas no Clube Monte Líbano, em São Paulo, o que levou Nabil, pela abrangência alcançada com o Premium, a se revelar muito satisfeito ao cumprir a meta pré-estabelecida. “A projeção inicial era recebermos 800 convidados, mas pelas contas do próprio Clube, o número foi de exatos 1.012 empresários que prestigiaram essa grande festa. Assim, houve de fato uma superação muito grande das expectativas”, entusiasma-se. O presidente comemora ainda o fato de ter recebido dezenas de e-mails e telegramas de pessoas agradecendo a valorização que a Alshop vem dando aos empreendimentos, principalmente na área de marketing. “O que nos deixa tranqüilos em relação ao objetivo alcançado”, completa. De acordo com ele, os 572 estabelecimentos recebem a visita de mais de 120 milhões de clientes por mês. Evento como esse, sempre segundo Nabil, faz com que os shoppings passem a concorrer entre si, no sentido de ter cada vez mais o melhor desempenho em marketing, o que acaba por fortalecer o setor.
Além disso, existe a confraternização entre os convidados, que são empresários e até profissionais ligados a fundos de pensão, o que obviamente acaba produzindo mais negócios. “Porque lá está reunida toda a indústria e, nesse momento de relacionamento acabam surgindo boas oportunidades”, justifica. Este ano a previsão de faturamento está em torno de R$ 48,6 bilhões, o que representa cerca de 5% do PIB – Produto Interno Bruto. Por isso o setor merece ser observado com muito carinho. Até porque tem uma história de apenas 38 anos de vida, contra um comércio de rua com mais de 500 anos de tradição. “Se levarmos em consideração que com 38 anos já temos uma participação de 26% de todo o varejo brasileiro, apesar das crises econômicas que vez por outra nos assolam, é um setor que está em franca expansão”, acredita Nabil. O crescimento em relação a 2003 deve fechar entre 8% e 10%, já descontada a inflação; se contar a inflação, o crescimento chegará a uns 16%.
Crescimento garantido – “Nós temos hoje 53 empreendimentos em construção e mais 23 projetados. Se considerarmos que estes shoppings vão ficar prontos em no máximo três anos, obrigatoriamente já temos um crescimento garantido para o próximo triênio. Estes estabelecimentos estão espalhados por todo o Brasil. Claro que a tendência a ser seguida agora é a interiorização, ou seja, os novos shoppings cada vez mais deixarão de ser construídos nas grandes capitais. A certeza que temos é que continuaremos crescendo nos próximos anos”, garante o presidente. O Natal do ano passado foi muito fraco, haja vista que o PIB decresceu 0,2%, mas para este ano, a Alshop aposta numa excelente expansão das vendas, em função da recuperação do nível de emprego, pois houve a criação de dois milhões de postos de trabalho, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), que também constatou uma recuperação dos salários das classes C, D e E principalmente.
“Quer dizer, houve um aumento na renda desses cidadãos que, aliada a liquidez, que está melhor este ano em relação a 2003, segundo o Serasa, nos leva a acreditar num desempenho muito melhor este ano. Além disso nosso trabalho engloba praticamente todos os shoppings do País, ou seja, abrange desde o mais simples até o mais sofisticado, sem nenhuma distinção”, salienta. Os shoppings das regiões Norte e Nordeste tiveram uma participação discreta no primeiro evento. Por quê? “Na verdade, por se tratar do primeiro e tinha que acontecer este ano de qualquer maneira, é compreensível uns poucos problemas que surgiram, até mesmo em função do orçamento pequeno de alguns deles e outros não estavam preparados para apresentar seus cases, além do fator tempo”, justifica-se Nabil. No entanto, ele afirma que a grande maioria se comprometeram em inscrever seus
cases para o próximo concurso.
“Vamos fazer uma ampla divulgação em cima do trabalho deste ano. Por exemplo, estamos preparando um kit com todo o material veículado na mídia sobre este primeiro evento. E o shopping que não participar do segundo não vai ter visibilidade alguma. Portanto, em 2005 não tenho dúvida de que o número de participantes irá dobrar, essa é a expectativa”. A certeza de Nabil é baseada nos próprios estabelecimentos que estiveram presentes, mas não puderam concorrer e já solicitaram a participação, “o que nos garante de antemão, o sucesso do próximo”. Por uma razão estratégica, o próximo Premium Shopping Alshop /Visa, deve ser realizado também na capital paulista.
“Porque aqui a mídia é muito forte e há todo aquele glamour”, acredita. Mas depois que estiver consolidado, a Alshop pensa na possibilidade de levar o prêmio para outros estados. “E aí sim, criar uma grande integração nacional, estabelecendo, quem sabe, a participação do próprio governo do Estado, ou da Prefeitura e, com isso ajudar no patrocínio. Mas é uma idéia para o futuro: os três próximos devem ser aqui em São Paulo mesmo”. A comunidade de shoppings é responsável pela criação de 2,5 milhões de empregos diretos (750 mil) e indiretos. “A nossa previsão é de que mais 11 mil empregos diretos sejam criados em função dos novos empreendimentos que serão inaugurados brevemente”, arremata Nabil.

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