Investir em pessoas esse é o caminho

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Se analisarmos os fatores críticos de sucesso em uma empresa, vamos observar que sempre podemos resumi-los em três grandes grupos: processos, ferramentas e pessoas. E que um não vive sem o outro, nunca serão independentes; ou seja, de nada adiantará uma empresa investir em estratégias competitivas, ou com o aperfeiçoamento de processos internos, ou novos softwares de gestão se não investir em pessoas. Como também não adianta ter um time de excelentes profissionais se não lhe dermos ferramentas para exercer sua capacidade e se não ordenarmos suas atividades em processos internos coerentes.

Não vou aqui conversar com você sobre processos ou ferramentas, mas sim sobre a necessidade de investimento, por parte das empresas em pessoas. Você sabe de quem estamos falando?

É isto mesmo, de seus funcionários, do menor ao maior nível hierárquico. Vamos fazer juntos uma analogia com um assunto que todo brasileiro domina: Futebol. Todo clube tem uma estrutura interna, do presidente passando pelos diretores, comissão técnica, departamento médico até chegar nos roupeiros e toda esta estrutura busca através de normas internas trabalhar para que seus jogadores tenham sucesso na hora do jogo e na conquista dos campeonatos. Nesta nossa analogia quem são seus funcionários? Respondeu certo quem disse Os jogadores.

Quem ganha ou perde as partidas são eles e não o técnico ou o presidente, de nada adianta a tática se quem a executa não está preparado. Caro amigo gestor de uma empresa, desculpe informá-lo, mas você não vai poder usar a camisa 10, nem entrar em campo. Teu lugar é no banco ou até nas arquibancadas. Porém se seu time caír para segunda divisão, você é o primeiro a perder o emprego.

Começando por este ponto: importância dos funcionários. Nas empresas onde funcionários são vistos como parte importante, o nome dado muda para colaboradores. Como são tratados estes seres em sua empresa? Mas não basta colocar o nome de colaboradores para agradar, mas sim libertá-los da síndrome dos três macacos; ou seja, colaboradores podem e devem falar, ouvir e ver.

E agora vem a pergunta: Como isto é possível com o quadro que tenho hoje?

Você vai querer cair para a segunda divisão? Se a resposta é NÃO, você precisa então buscar novos talentos e investir nos talentos internos já existentes. Como?

1º Capacitação

Ninguém nasceu sabendo (nem mesmo você), precisamos começar a pensar nos nossos colaboradores como pensamos em nossos filhos. Porque muitos gestores investem verdadeiras fortunas em aulas de inglês & espanhol, cursos em informática, capacidade física, fonoaudiólogos, artes plásticas, livros didáticos e etc. para seus filhos; nada mais, nada menos do que a preparação deles para a vida e para poderem ser os melhores.

E dentro de sua empresa, pensam como custo uma simples troca do mouse pad normal pelo ergonômico, ou outra qualquer iniciativa que lhe traria melhoria interna.

Somente com um forte investimento em capacitação podemos ter colaboradores preparados para buscar os resultados que uma empresa almeja.

Como diz o Tiger Woods: ” …Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho…”. Porém alguns cuidados são muito importantes, antes de sairmos programando um “caminhão” de novos cursos; um deles é observar a metodologia a ser utilizada. Se analisarmos a eficiência de muitos treinamentos realizados, observamos que nem sempre são proporcionais ao investimento realizado. O segredo esta em adequar a metodologia de acordo com o público a ser treinado.

Pense comigo: Na sua infância, quando você começou a aprender a escrever, você discutiu com seus pais ou professores se o uso do s ou do z estava coerente? NÃO, Porquê? Cérebro de criança aprende igual cachorro: pelo exemplo e pelo reflexo condicionado; B + A = BA.

Já a partir de sua adolescência, devido ao próprio comportamento “aborrescente” o questionamento passou a ser parte integrante da sua vida e todo seu aprendizado se baseia na comprovação e discussão de fatos e a metodologia vencedora passou a ser: “Adulto só aprende fazendo”. Na próxima edição, continuamos o assunto!

Marcos F. Mazza é gerente de CRM da Syngenta Proteção de Cultivos. E-mail: [email protected]

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