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São Paulo, Brasil - 28 de janeiro de 2022, 17:25

Como a análise de dados ajuda na otimização de preços

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Money paper airplane in sky

BI pode oferecer a plataforma básica para estruturar as métricas associadas ao varejo
A venda de um item pelo maior valor possível sempre pareceu a decisão mais lógica. O problema está na expressão “a decisão mais lógica”, porque fica cada vez mais claro que a otimização de preços é o melhor diferenciador a longo prazo. E, para isso, é fundamental a aplicação de análise de dados e business intelligence. O exemplo mais incisivo provavelmente vem dos supermercados olline, especialmente com o caso da Blue Apron, um serviço de entrega de comida pronta que recentemente fez IPO e por isso abriu suas contas. Os analistas criticaram muito o alto custo de aquisição da empresa – US$400 por consumidor, de acordo com a Business Insider.  Outro serviços similares, buscando cavalgar a onda iniciada pela compra da Whole Foods pela Amazon, defrontaram-se com o desafio de atingir boas margens de lucros. A análise de dados pode oferecer a plataforma basica para estruturar as métricas associadas ao varejo e apontar onde essa atividade encontra oportunidades para aperfeiçoamentos. A decisão surpreendente da Amazon de ajustar os preços da Whole Foods é um fantástico exemplo da importância de tomar decisões com velocidade em relação ao estoque correto. A iniciativa também deve levar a concorrência a prestar mais atenção na business intelligence para aprender como contraatacar. Fonte: DMN (Direct Marketing News)

Um dos maiores supercomputadores chineses praticamente dobrou sua potência

O Tianhe-2, segundo maior supercomputador da China, acaba de sofrer uma grande atualizaçao, praticamente dobrando sua potência. O chefe do Matsuoka Lab, Satoshi Matsuoka, fez o anúncio durante o International HPC Forum (IHPCF), através de uma série de tweets.  O computador agora roda em impressionantes 94,97 petaflops, ou seja, 949,7 trilhões de cálculos por segundo — o pico em sua versão anterior foi de 54,9 petaflops. O processo envolveu a substituição de chips coprocessadores da Intel instalados em 2013 por equivalentes fabricados na China. O plano original era usar chips da própria Intel na atualizaçao, mas o governo dos EUA embargou a exportação desses chips, foçando os chineses a desenvolverem os seus Matrix-2000 GPDSP. É importante observar que há uma gande corrida entre as nações para expandir os seus poderes de supercomputação para superar a chamada exascale (1.000.000.000.000.000 de cálculos por segundo). No momento, a China detém uma dianteira significativa por ter em casa os dois mais rápidos supercomputadores. Essas máquinas têm o potencial de transformar aplicação da lei, defesa nacional, pesquisa científica e até expectativa de vida humana. A primeira não a quebrar a exascale estará bem à frente das outras. Fonte: Futurism

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