SXSW foi cancelado; Austin em estado de emergência

South by Southwest, a sempre ansiosamente aguardada conferência anual de tecnologia, cinema e música realizada em Austin, Texas, foi cancelada devido a preocupações em torno do surto de coronavírus.
Autoridades do governo local anunciaram a atualização em uma entrevista coletiva na tarde de sexta-feira, 6/3, que discutiu o status do surto e dos eventos na cidade. O prefeito de Austin, Steve Adler, disse que havia declarado um estado de emergência na cidade e emitiu uma ordem para cancelar a conferência.
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Por que CRM funciona tão bem? Porque é uma metodologia para a melhoria de processos
De acordo com Camila Nasser, gerente técnica de contas Latam da Validity, o CRM vai muito além de uma ferramenta. Pode ser compreendido como uma metodologia que basicamente acompanha todo o processo de compra. O seu principal benefício é a construção de uma base de dados com uma gama de informações relevantes sobre os clientes, em qualquer momento do seu relacionamento com eles. Quando imaginamos uma organização, praticamente todos os departamentos são impactados pela qualidade desta base de dados, capaz de nos fazer entender na prática quais são os pontos de contato com o cliente, nos mostram a jornada e o momento de cada um deles, que podem ser convertidos em novas oportunidades de contato. Assim, por permear toda a organização, a qualidade de dados do CRM é fundamental para entender e melhorar os processos. Por exemplo, se perdemos um cliente, devemos identificar três importantes informações: quando, onde e por que. Ou seja, o objetivo está muito além de termos um lead, prospect ou cliente, mas sim em mantê-lo e aprimorar os processos para isso. Uma empresa que usa essa estratégia é o Starbucks. Para essa rede, um cliente não vale apenas a compra de um café com um preço médio de US$5,00 mas sim US$14 mil, que é o valor gasto por um cliente em todo seu ciclo de vida com a marca. Fonte: ITForum35

Você sabe a diferença entre Google Ads e mídia programática? Vale a pena
Com tantos conceitos e ferramentas de publicidade digital disponíveis por aí, pode ser difícil para qualquer profissional de marketing entender as diferenças entre Google Ads e mídia programática, e, principalmente, escolher qual seria o mais lucrativo para os seus negócios.  Atualmente, o Google Ads apresenta soluções de mídia em quatro grandes grupos: display, vídeo, busca e shopping. No caso, vamos comparar a que mais se assimila com a mídia programática hoje em termos de segmentações: o display., Como principais diferenças, podemos destacar as seguintes:
Formatos — Os formatos do Google Ads estão mais focados em banner IAB e display dinâmico. Já na mídia programática podemos ter a entrega para o target em display, vídeo, OOH, áudio de Spotify, TV, aplicativos entre outros locais.
Audiência — As segmentações de Google Ads são focadas em sites, clusters de mercado, acessos do Google Analytics e bases de clientes. Já na mídia programática podemos usar todas essas fontes de dado como também dados de uma DMP e clusters third-party de uma infinidade de fornecedores além do Google como Navegg, Buscapé, Serasa, Decolar.com entre outros grandes fornecedores de dados para enriquecer nossas campanhas.
Dados Externos — Ao usar o Google Ads ficamos limitados aos inventários e ecossistema de dados e canais do Google – o que é enorme e muito bom. No entanto, com a programática expandimos isso para uma combinação infinita de possibilidades ao plugar ferramentas e ecossistemas terceiros como, por exemplo, uma ferramenta, para otimizar as artes dos criativos de maneira automatizada com base em performance ou usar ecossistemas além do Google de aplicativos de celular que sejam relevantes para o negócio.
Modelos de compra de mídia — No Google Ads a compra de mídia é limitada aos modelos de CPM e CPC via leilão. Já na mídia programática podemos ir além do leilão e comprar mídia com base em acordos diretamente com os donos do inventário. Por exemplo, ao perceber que existe uma performance muito boa em um grupo de sites específicos podemos fazer acordos direto com eles e fixar um valor de CPM ou então, garantir uma entrega de volume de impressões específica. Com isso, deixamos nossa estratégia de mídia ainda mais refinada e rentável.
Remarketing dinâmico — No Google Ads o remarketing pode ser feito de acordo com padrões de navegação do usuário como, por exemplo, páginas que acessou no site. Já na mídia programática conseguimos fazer essa mesma segmentação, personalizando a estratégia com base no tempo que o usuário saiu do site. Aqui na AdsPlay, sempre que possível, aplicamos estratégias de remarketing com comunicações personalizadas, e diferentes, para quem deixou o site ou app há menos de 1 hora, 1 dia e 7 dias. Sempre abordando de maneira diferente para aproveitar o momento em que o usuário está “quente”.
Mensuração de resultados — A maioria dos anunciantes mede os resultados de Google Ads utilizando o Google Analytics por conta das vantagens da integração de dados desses dois produtos. Muitas vezes isso é feito atribuindo, como sucesso, tudo de importante que acontece no site após a pessoa clicar no anúncio. Na mídia programática podemos fazer o mesmo, mas é recomendável o uso de uma atribuição de clique e visualização. Ao considerar as jornadas de conversão em que as pessoas não necessariamente clicaram, mas tomaram uma decisão após ver o anúncio, temos uma visão mais completa de como a mídia influenciou aquele comportamento e como podemos refinar as estratégias – temos muitos casos em que cerca de 50% das conversões passam por jornadas onde a atribuição é de visualização e, ao não considerar isso, temos a visão de apenas metade da performance.
Vale citar que a mídia programática permite se conectar com quase 100 ad exchanges em média. Ou seja, uma amplitude muito maior do que apenas uma rede como o caso do Google Ads. Ao cruzar canal, formato, criativo, ad exchange e audiência temos combinações poderosas que só a programática pode fornecer para uma segmentação ainda mais precisa. Fonte: ITForum365