Bruno Rey surpreende com a Zaun

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Em fevereiro, a Zaun iniciou suas operações. A proposta, de acordo com seu fundador, o até então executivo Bruno Rey, é entrar em um mercado tradicional com um bom diferencial. “É uma integradora que surgiu para facilitar ao seu cliente final o acesso e a interação com diversos tipos de soluções de serviços, centralizando e integrando tudo num único ponto de gerenciamento e relacionamento, tornando a experiência de seus clientes muito mais agradáveis e permitindo que eles desfrutem de um leque de opções completo”, explica. 
Tudo começou com o ímpeto de passar a empreender, o que foi facilitado com a entrada de um sócio minoritário. “Para nossa surpresa, a receptividade do mercado foi muito grande e o crescimento acabou sendo muito rápido”, justifica, comentando que já está chegando ao quinto cliente, em apenas 3 meses de operação. Mas o objetivo é crescer de forma consistente. Bruno planeja fechar o ano com novos clientes, mas principalmente ampliar o relacionamento na base atual, oferecendo para isso serviços de pós-venda bastante qualificado. 
A resposta do mercado, para ele, é justificada ao objetivo de atender o cliente de ponta a ponta, naquilo que ele tenha necessidade, ou seja, “centralizar 100% do atendimento na Zaun, deixando o cliente confortável de modo a interagir com um único fornecedor. Além disso, queremos ser referencia na prestação de serviços de tecnologia”, justifica.
Seus principais parceiros são Olos, A2G, SGC Sistemas, Khomp, CCM7, DefyIT, Multidados, HMB, Jabra e MC2. O negócio nasceu com soluções de PABX, discadores, gravadores de voz, URA com reconhecimento de voz, tarifador, CRM de vendas e de cobrança, WFM e robôs de automação, por exemplo, além de serviços como consultoria em redes, telecom, infra e consultoria em estrategia, planejamento e control desk.
DESAFIO
Com carreira iniciada no mercado financeiro, trabalhou como executivo em instituições financeiras como Bradesco, Bankboston, Itau e Citibank. Depois, passou por experiências em empresas de tecnologia como Verisys, Olos e CallFlex, sua última iniciativa onde chegou a diretor comercial, e Wittel, tradicional integradora.
A vontade de empreender, ele diz que sempre teve. “Desde o inicio de minha carreira, minha ideia e vontade sempre foram ter o meu próprio negocio”, comenta. Ele lembra que chegou a ser sócio de uma empresa de consultoria financeira para projetos de BNDES e de uma empresa de CRM. “Mas, faltava um algo a mais, uma maior autonomia para colocar em prática aquilo que eu entendia que eram necessidades não supridas no mercado, principalmente no que diz respeito a atendimento e modelos de negócio flexível. Algo totalmente aderente ao perfil atual do mercado. Por isso, assumi o risco e decidi iniciar a operação da Zaun”, explica.