Do treinamento à central de atendimento

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Promover a capacitação dos profissionais atuantes na área de vendas e atendimento, foi a origem da Executor Telemarketing, fundada em 1997, no Rio Grande do Sul. A atividade era exercida em consultoria e treinamento de vendas e atendimento (balcão e telefone). Com o desenvolvimento das atividades, a empresa cresceu no mercado de atuação e ampliou suas fronteiras, passando a atender clientes no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Na ocasião, a empresa era formada pela executiva Nádia Pittel, profissional responsável por implantar a central de atendimento a clientes do BankBoston; e por Roni Chittoni, para a área de vendas e relacionamento.


Após dois anos no mercado de treinamento, um terceiro profissional impulsionou a empresa para a criação da Direct Line, – o braço executivo para o negócio de telemarketing. Com apenas seis posições de atendimento, a nova empresa atendia clientes como ADVB – RS, Revista Amanhã, Instituto Cultural Norte Americano, entre outros. A divisão era: com a Executor, os jobs de consultoria e treinamento; e com a Direct Line, as atividades de bureau de telemarketing ativo. Passados dois anos, as atividades da Executor já eram expressivas (organizando treinamentos cada vez mais específicos) e, por sua vez, a Direct Line já contava com 24 posições de atendimento com expertise em ações de telemarketing ativo. Os clientes eram Grupo RBS (Jornal Zero Hora), Yázigi, Instituto Cultural, Telet Claro Digital, entre outras.


Em junho do ano passado, a Executor assumiu integralmente as atividades da Direct Line, com o desafio de ampliar suas operações. Como Executor Telemarketing, o objetivo foi alcançado e a empresa conta hoje com 90 posições de atendimento, infra-estrutura com sala de treinamento, info, estúdio de gravação para projetos de e-learning, salas de monitoria, etc., mantendo foco no telemarketing ativo. “Todos esses resultados foram obtidos sem comprometimento, como ingresso de capital de investimento ou tomada de empréstimo. Nosso capital foi o esforço e a dedicação”, afirma Roni Chittoni, diretor da Executor Telemarketing.


“A missão de promover a satisfação e a qualificação dos nossos colaboradores, ampliar nossa participação social e comercial no mercado e, principalmente o comprometimento com a ética no exercício das nossas atividades, foram fatores determinantes para nosso crescimento”, pondera Chittoni. O executivo ainda considera o crescimento do mercado de telecomunicações como facilitador da profusão dos negócio de call centers, “mas, no meu entendimento, a pedra angular do nosso crescimento foi o investimento no talento humano”. A empresa mantém um programa de estagiários como referência, junto a Associação Brasileira de Recursos Humanos. Para a infra-estrutura tecnológica, a Executor conta com a fibra ótica da GVT e E1 BrasilTelecom. A plataforma de atendimento é o software de gestão Telepro, desenvolvido por uma software house de Porto Alegre. A Dígitro oferece a plataforma de soluções integradas com URA, DAC, gravador, entre outras tecnologias.