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Hora de produzir talentos

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A gestão de Carreira & Sucessão está passando por uma mudança fundamental, impulsionado pela escassez de competências, pela guerra global por talentos e por uma nova geração de funcionários que valoriza mais a flexibilidade e uma maior variedade de experiências de trabalho do que o tradicional modelo de progressão linear de carreira. Por isso, se antes a principal preocupação dos gestores de RH era o fortalecimento do pipeline de lideranças, agora eles precisam redefinir a gestão de Carreira & Sucessão para melhorar tanto a retenção de talentos em todos os níveis como o envolvimento com a empresa. Essa é a conclusão do relatório sobre Gestão de Carreira & Sucessão publicado pelo Top Employers Institute. O estudo é baseado em uma pesquisa global de boas práticas em Recursos Humanos feita com 600 empresas em 96 países.
As empresas já perceberam isso e avançaram significativamente em relação aos formatos tradicionais de desenvolvimento de carreiras, embora estes ainda sejam mais comuns: 88% definiram planos de carreira verticais, mesmo percentual das empresas que definiram planos de carreira horizontais, mas 77% já possuem planos de carreira laterais. Estas mudanças estão fazendo com que a gestão de Carreira & Sucessão se torne cada vez mais importante dentro do RH, uma vez que seu papel evolui do antigo foco na garantia de uma sucessão de lideranças tranquila para a retenção de pessoal no longo prazo. Para isso, os RHs brasileiros estão fazendo uso de diversas estratégias e abordagens: 96% esperam que seus gerentes promovam ativamente o desenvolvimento da carreira dos membro da equipe; 81% usamos modelos e métodos padronizados para identificar high potentials; e 69% perfis de trabalho e competências associadas são avaliadas periodicamente para garantir que continuem relevantes.
“Uma das principais conclusões do nosso estudo é que, para os gestores de RH, não é mais possível se apegar apenas aos melhores desempenhos, aplicando o conjunto tradicional de incentivos. Faz-se necessária uma abordagem mais ampla para o desenvolvimento do funcionário, com maior consciência das necessidades que mudaram e dos valores da geração  mais jovem de trabalhadores. Os gerentes de RH têm que deixar de ser caçadores de talento para se tornarem produtores de talento”, afirmou David Plink, CEO do Top Employers Institute.

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