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Inclusão de pessoas com deficiência

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No próximo dia 23 de abril, o Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos, Sintelmark, promove o 1º Seminário pela Inclusão da Pessoa com Deficiência no Setor de Contact Center. O evento vai destacar a evolução e os resultados do programa desenvolvido em parceria com o Instituto Modo Parités, com foco na capacitação de gestores e acompanhamento de ações afirmativas – com o intuito de fornecer instrumentos de gestão, eliminar barreiras, auxiliar e garantir acessibilidade e inclusão efetiva.
Na oportunidade, além do presidente do Sintelmark, Topázio Silveira Neto, e a fundadora do Instituto Modo Parités, Ivone Santana, estará presente o coordenador do Projeto de Inclusão de Pessoas com Deficiência da Secretaria Regional do Trabalho (SRT), José Carlos do Carmo, que abordará a visão e expectativas do órgão. “Trata-se de uma oportunidade para que todas as empresas do segmento, independentemente de fazerem parte do programa, estejam em contato com ações que valorizam e, efetivamente, quebram barreiras, gerando diversos benefícios produtivos às instituições e colaboradores, além de uma mudança no clima organizacional. Todos ganham com a promoção da acessibilidade e inclusão”, ressalta Topázio.
Com um retrospecto de participação de mais de 70 gestores ligados à atividade de contact center e aumento de mais de 25% no número de empregos gerados entre as empresas que fazem parte do programa promovido pelo Sintelmark em pouco mais de um ano, a iniciativa já contemplou duas etapas: a realização do mapeamento de acessibilidade e cultura organizacional; e, de forma mais prática, a capacitação de gestores e executivos. De agosto de 2017 a março de 2019 já foram realizados diversos encontros de capacitação, passando pelos temas de atração, seleção, recepção, desenvolvimento, retenção, comunicação e engajamento.
A programação do evento prevê, ainda, o reconhecimento e premiação para as empresas que já obtiveram resultados positivos na evolução das contratações. Mais informações sobre o seminário e inscrição, podem ser realizadas pelo e-mail: [email protected] ou por telefone: (11) 3255-6735.

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A partir do momento em que os empresários entenderem que a contratação de pessoas com deficiência representa lucro e não gasto, a lei de cotas não será mais necessária, afirmou José Roberto de Melo, superintendente regional do Ministério do Trabalho e Emprego em São Paulo, em palestra no 22º Fórum Serasa Experian de Empregabilidade de Pessoas Com Deficiência, realizado ontem (17/06). Criada em 1991, a lei obriga as empresas com mais de 100 profissionais, a contratarem pessoas com algum tipo de deficiência.

 

No cargo há pouco mais de um ano, José Roberto afirmou que tem tentado aproximar o Ministério do Trabalho das empresas, para conscientizá-las do ganho na contratação de pessoas com deficiência. “Temos que aprofundar o debate”, disse, em sua palestra,  cujo o tema foi a Atual Política do Ministério do Trabalho quanto à empregabilidade de pessoas com deficiência. Apesar do trabalho de conscientização, José Roberto de Melo ressalta que a fiscalização ainda é fundamental.

 

Sobre a queixa da falta de qualificação de pessoas com deficiência, feita por muitos empresários, o superintendente perguntou ao público: “Será que só as pessoas com deficiência é que não tem qualificação?”. José Roberto de Melo defende o incentivo ao aprendizado. Para ele, linhas de financiamento podem ser o caminho. “Se há financiamento para o Pré-Sal, por que não há para qualificar pessoas com deficiência?”

 

Em sua palestra, José Roberto também lembrou de conversas com empresários de diferentes setores, para sensibilizá-los que pessoas com deficiência podem trabalhar em profissões, nas quais o empresariado muitas vezes não enxerga possibilidades. “Uma pessoa com deficiência física pode dirigir caminhões e ônibus adaptados, entre um grupo de lixeiros podem estar surdo-mudos, e em uma empresa de segurança, pessoas com deficiência podem trabalhar, sim. Não segurando um revólver, mas no monitoramento de câmeras e na área administrativa”, exemplificou.

 

Mesmo com as dificuldades enfrentadas, José Roberto de Melo destaca que os avanços estão sendo perceptíveis. “Hoje já são mais de 110 mil pessoas com deficiência empregadas no estado de São Paulo”, revelou. Para José Roberto de Melo, o aumento da fiscalização e da conscientização foram vitais para tal marca. “É um somatória de esforços. Vamos continuar nessa linha, e queremos ampliar muito mais.”

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A Lei 8.213, conhecida como Lei de Cotas, completa, amanhã, 24 de julho, 18 anos. E, no âmbito dos grandes desafios que a questão está inserida no País, a Febraban – Federação Brasileira de Bancos entendeu que é no espaço colaborativo que é possível efetivar a inclusão social de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Por isso, para preencher os quadros de funcionários dos bancos associados lidera uma parceria público/privada com a Prefeitura de São Paulo, a iSocial, a UniSant´Anna e o Cursinho da Poli.

 

Uma das primeiras providências foi desenvolver um projeto com processo e metodologia de inclusão social por meio da educação e qualificação de pessoas com deficiência para o mercado de trabalho no setor bancário. Isso porque, em 2006, por meio da pesquisa População com Deficiência no Brasil Fatos e Percepções, constatou que 76,7% das pessoas com deficiência no País têm menos de oito anos de estudo, fator limitante para o desenvolvimento pessoal e profissional dessa população. A pesquisa foi realizada em São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília.

 

Para reverter essa desvantagem, inicialmente, oito bancos – BIC, Bradesco, Citibank, Indusval, Itaú Unibanco, Safra, Santander Real e Votorantim contrataram 497 alunos bancários. São pessoas com deficiência auditiva, visual e física. Desde o dia 2 de janeiro de 2009, elas estão sendo treinadas. O curso dura até 15 meses antes de assumirem seus postos nos bancos.

 

Os novos bancários participarão do Aprimoramento Educacional (destinado aos que possuem ensino médio completo), com duração de três meses, além do Supletivo Ensino Médio (voltado às pessoas que não tenham concluído o ensino médio), com duração de 12 meses. Posteriormente, todos receberão mais três meses de qualificação voltada inteiramente ao mercado bancário. Para muitos dos alunos bancários, que têm idade entre 18 e 65 anos, esse é o primeiro emprego.

 

Todos iniciaram as aulas com registro em carteira e salário inicial de R$ 616,40, para jornada de quatro horas, proporcionou à jornada dos bancários que é de seis hora/dia. Além disso, todos os benefícios previstos na Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários. Depois de 90 dias o salário subiu para R$ 675,76.

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A Movimento Incluir e a Talento Incluir promovem, no próximo dia 16 de abril, em São Paulo, um debate sobre “Inclusão de Pessoas com Deficiência nas Organizações: Regras, Desafios e Possibilidades”. O evento tem como objetivo principal promover o desenvolvimento dos participantes por meio de apresentação de “cases” e troca de experiências. Indiretamente propõe esclarecer a empregabilidade inclusiva, estruturar os planos de ações que contemplam o programa de inclusão responsável e orientar a contratação e retenção dos profissionais com deficiência. Além disso, o debate visa apresentar ferramentas para sensibilização das corporações e direcionar as ações para a responsabilidade corporativa social.

 

O debate será conduzido por Carolina Ignarra é educadora física e adquiriu a paraplegia depois de formada. Formou-se em dinâmicas dos grupos, atuou na área de Consultoria em Qualidade de Vida nas Empresas por dez anos. Hoje dirige as consultorias Movimento Incluir e Talento Incluir, aplica treinamentos de sensibilização focados na inclusão sócio-econômica das pessoas com deficiência e desenvolve programas de inclusão desta população nas organizações.

 

Desde 1999, motivada principalmente pelo Decreto 3.298 que regulamentou a Lei de Cotas 8.213/91, a inclusão sócio-econômica das pessoas com deficiência é assunto cada vez mais presente em nossa sociedade, em especial nas empresas que passaram a ter que incluir funcionários com deficiência em seus quadros. Porém, a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, exige grande esforço da empresa, dos colaboradores e das próprias pessoas com deficiência, que devem enxergar este movimento como um processo que envolve uma transformação cultural, revisão de conceitos e paradigmas, necessidade de informação e derrubada de barreiras culturais e arquitetônicas.

 

Serviço
Data: 16 de abril
Horário: das 09hs às 18hs
Local: Estação Treinamento ABTD – Rua Machado Bittencourt, 89, Vila Mariana – São Paulo/SP
Informações pelo telefone (11) 2698 0779

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Depois de meses de negociações, o Sintelmark – Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos assinou, no dia 19 de junho, na Superintendência Regional do Trabalho, o Pacto Coletivo para Inclusão de Pessoas com Deficiência com o Sintratel – Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing. Com a anuência da superintendente Lucíola Rodrigues Jaime e a presença do médico e auditor do Ministério do Trabalho, José Carlos do Carmo, os presidentes Diogo Bujaldon Morales, do Sintelmark, e Marco Aurélio Coelho de Oliveira, do Sintratel, se comprometeram a cumprir as cláusulas do acordo.


“Faremos todo o esforço para honrar as condições firmadas entre as entidades. Estamos cientes do que precisa ser feito, mas as empresas ainda têm dificuldade para cumprir a quota estabelecida pela Lei 8.213/91. No nosso setor, o volume de recursos humanos é bastante expressivo e, além disso, é difícil encontrar no mercado pessoas com deficiência capacitadas para o trabalho. A quota de 5% é muito significativa. Nosso interesse é avançar nessa questão, mas, antes, as empresas precisam intensificar a capacitação profissional para as pessoas com deficiência”, afirmou Morales.


Com 12 cláusulas, o Pacto Coletivo estabeleceu, entre outras condições, um período de dois anos para que as empresas possam se adequar à lei, conforme o cronograma que define o mínimo de contratações segundo o número de funcionários das empresas. Durante esse período as empresas não sofrerão multas. As entidades também se comprometeram a promover campanhas de combate à discriminação, pela qualidade da inclusão das pessoas com deficiência e capacitação profissional. Ficou ainda estabelecido que ao final de um ano, os sindicatos farão um balanço da situação para definir formas de dar continuidade ao programa de inclusão.

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