Na língua do turista

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Bem ou mal, a Copa do Mundo de futebol está aí. E se por um lado ela levantou muitos questionamentos, por outro ela resultou em ganhos para a economia. No caso do mercado de contact center, a disputa do campeonato no Brasil trouxe novos oportunidades de negócio. “Assim como previsto registramos tendência de crescimento na operação bilíngue ou trilingue, de acordo com as demandas do mercado”, comemora Alexandre Moreira, CEO da AeC, acrescentando que o Brasil vive uma fase de crescimento e a Copa do Mundo amplia as oportunidades no mercado.
Como exemplo, o executivo cita as operações de televendas, no caso de clientes de TV por Assinatura e Telecomunicações, e atendimento emergencial, para clientes de companhias energéticas e governamentais. Ele conta ainda que são operações adaptadas, que se aproveitaram do fato da empresa já ter mais de 150 atendentes trilíngues (português, inglês e espanhol) na operação de Governador Valadares. “Para a AeC, o atendimento trilíngue nos abre oportunidades para ampliar ainda mais nossas frentes de atuação, principalmente a possibilidade de trabalhar para outras empresas que demandam atendimento em diversas línguas durante a Copa”, reforça.
Apesar da estrutura já existente, Moreira destaca que houve diversificação inteligente das operações e treinamentos específicos para atendentes. Nesse caso, ele também destaca práticas já existentes na companhia, que foram direcionadas para o atendimento durante a Copa do Mundo, com destaque para o Programa Escola de Liderança, que aperfeiçoa o desempenho dos operadores para organização do tempo e eficiência do serviço prestado. Além disso, o CEO aponta característica da empresa ter estrutura preparada para incorporar movimentos dos clientes, adaptando a operação de forma às variações de carteira. “A AeC está preparada tanto para aumentar a equipe como diversificar o perfil de serviços prestados”, completa.