O caminho da profissionalização

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“Cada vez mais o contact center entra na vida das pessoas, agilizando processos e gerando negócios”, afirma Topázio Silveira Neto, presidente da Flex Contact Center. Para ele, a profissionalização do mercado nos últimos 10 anos foi responsável por gerar este cenário no setor. Em entrevista exclusiva, Silveira Neto comenta estas e outras mudanças no setor que marcaram a década.
Callcenter.inf.br – Quais as principais mudanças que enxerga do mercado nesses últimos 10 anos?
Topázio Silveira Neto – O mercado se profissionalizou e as empresas cresceram. Cada vez mais o contact center entra na vida das pessoas, agilizando processos e gerando negócios.
Quem era a Flex há 10 anos e quem ela é hoje?
A Flex Contact Center foi criada em julho de 2009. Iniciamos com uma unidade em Florianópolis, no inicio com 150 posições de atendimento e 230 operadores. No primeiro ano tivemos um faturamento de R$ 1,8 milhão. Fruto de trabalho profissional de todos os envolvidos com a empresa, o projeto foi crescendo e hoje estamos com quatro unidades de operação, sendo duas em Florianópolis, uma em São Paulo e a última em Lages. São aproximadamente duas mil posições de atendimento e uma carteira de 18 clientes. A expectativa é chegar a R$ 53 milhões de faturamento. Como todo processo de crescimento, o foco tem sido na gestão das pessoas, investimento em tecnologia e desenvolvimento de processos inovadores nas áreas de vendas, atendimento e recuperação de crédito.