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Presencial ou a distância?

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Autor: Antonio Belamoglie

 

Quando falamos de mudança de paradigma sempre abrimos as portas à resistência humana. Deixar como está para ver como é que fica tem sido, ao longo dos tempos, a forma de pensar e agir das pessoas seguidoras, aquelas que nunca serão líderes, que farão pouca diferença no universo.

 

É no mundo corporativo que encontramos as maiores necessidades de mudança de paradigma. Nos produtos, serviços e formas de atendimento ao cliente, cada vez mais exigente e seletivo.

 

Para atender a essas necessidades, a velha forma de ensino, de um professor para ensinar a muitos alunos coletivamente, está cedendo seu espaço a um novo conceito, de muitos professores para ensinar a um aluno individualmente. Este é o foco do ensino a distância que coloca todo o acervo de ensino à disposição do estudante.

 

Adiciona-se a isto tudo a logística do aprendizado, que faz o aluno enfrentar as barreiras de locomoção para as universidades que, nas grandes cidades, se caracterizam pelo massivo trânsito das ruas e avenidas e, nas pequenas cidades, forçam o estudante a buscar o aprendizado em cidades vizinhas de maior porte cultural.

 

Carlos Reis, professor de literatura portuguesa e reitor da Universidade Aberta de Portugal, é um dos defensores da nova modalidade de ensino. Em seu artigo “Ensino a distância: agora e no futuro”, destaca que “só por ignorância ou por resistência corporativa se pode desprezar um capital de experiência e inovação que, para mais, está na linha do que é hoje a tônica da nossa relação (interativa e sem fronteiras espaciais) com os outros e com o mundo”.

 

A pesquisa que acaba de ser divulgada pelo Inep (Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais), do MEC (Ministério da Educação), concluiu que o desempenho dos alunos do ensino a distância, na média geral, é melhor que o dos alunos presenciais. Quatro cursos foram analisados e comparados: administração, matemática, pedagogia e serviço social. De modo geral, os alunos a distância estão na frente com 6,7 pontos a mais.

 

As palavras de ordem do momento atual para o aprendizado são: Mobilidade, Flexibilidade, Qualidade, Aproveitamento e Otimização do Investimento. As melhores universidades e entidades especializadas no ensino já oferecem esses novos valores fundamentais para a formação acadêmica e para qualificação dos executivos e dos profissionais das organizações.

 

Antonio Belamoglie é professor e executivo da Vector Skills Inteligência Educacional Corporativa.

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