Reinventando o negócio continuamente

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Reinvenção. Toda empresa precisa disso para sobreviver, na avaliação do sócio-diretor da I9, João Paulo Ribeiro. Muitas empresas de call center, explica o executivo, ainda praticam o relacionamento do passado, quando apenas se reportava ao cliente os problemas ou situações do dia a dia. Hoje, a gestão deve ser participativa e as empresas precisam se antecipar aos acontecimentos. “Temos que estar de olho no negócio, participar de tudo e, às vezes, até sugerir uma redução ou crescimento. Isso só é possível, quando estamos imersos na estratégia”, indica, em entrevista exclusiva ao portal Callcenter.inf.br.

 

Se antes as grandes empresas confiavam suas operações aos grandes call centers, pela solidez e capacidade de investimentos em tecnologia, hoje, com o acesso a tecnologia de ponta, os pequenos podem oferecer o mesmo investimento, como coloca Ribeiro. “Isso, com uma pitada de relacionamento personalizado. Tratar o cliente como cliente e não como conta é um diferencial bastante competitivo”, ressalta.

 

Aos quatro anos de atuação e com dois sites e 400 colaboradores, a I9 foca na qualidade do serviço. “Aqui na I9 procuramos fazemos essa reinvenção de forma cíclica. Respiramos melhorias nos processos, na gestão e, principalmente, no relacionamento com o cliente”, pontua.

 

O modelo de negócio da I9 inclui atenção especial para o preparo de profissionais, de forma que atuem como agentes resolvedores, entendendo a necessidade de cada cliente, de acordo com o diretor. “Pretendemos crescer 28% até o final de 2013 e, para isto, zelaremos sempre pelos nossos clientes”, prevê. “A I9 será uma empresa para quem quer qualidade e não quantidade”, resume.