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Retomada do crescimento

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Depois de um ano complicado para o mercado brasileiro, 2017 traz um pouco de esperança de melhoras. Ainda que a aposta não seja de um forte crescimento, boa parte das empresas acredita que o País já dará alguns sinais de retomada. Esse é o caso da Vector, que trabalha com a meta de crescer 22%. “Após os momentos de incertezas de 2015 e 2016, acreditamos que a partir de março, o mercado se restabeleça e siga projeções de crescimento”, pontua Cleriston Moura, diretor comercial da Vector. Para se aproveitar disso, a empresa pretende otimizar as operações dos clientes, levando melhoria na performance dos profissionais. Segundo o executivo, a Vector também irá atrás de novos mercados, ainda não explorados, assim como vai buscar diversificar o portfólio na área de tecnologia. Em entrevista exclusiva, Moura comenta sobre as perspectivas do mercado e da Vector para 2017.
Callcenter.inf.br – O que espera para o mercado de contact center em 2017?
Moura: Após os momentos de incertezas de 2015 e 2016, acreditamos que a partir de março de 2017, o mercado se restabeleça e siga projeções de crescimento.
Qual deve ser o grande desafio das empresas do setor nesse ano?
Os maiores desafios são superar as expectativas dos clientes em relação a atendimentos cada vez mais eficientes, utilizando novas plataformas de interação empresa/consumidor, gerando resultados maiores e melhores para seus respectivos negócios.
Quais devem ser as tendências?
Sem dúvida a otimização do tempo do cliente e a qualidade no atendimento. Quanto mais a experiência que o cliente tiver com a empresa for positiva e inovadora melhor para o negócio. Vivemos na Era onde tudo está ao alcance do cliente onde ele estiver e como ele quer, cabe a nós, fornecedores de serviços, atender prontamente e com qualidade as necessidades dos consumidores.
Quais são os planos da sua empresa?
Otimizar as operações dos nossos clientes trazendo melhoria na performance dos nossos profissionais e atingir uma taxa de crescimento superior a dois dígitos. Temos uma meta de 22%.
Pretendem trazer alguma novidade?
Buscar novos mercados ainda não explorados pelo Grupo Vector, assim como a diversificação do portfólio na área de tecnologia. Estamos com um projeto-piloto que pretendemos lançar até o 2º semestre do ano.

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O otimismo do empresário industrial ficou, em outubro, acima dos níveis pré-crise, indicando a consolidação do processo de crescimento e a possível retomada dos investimentos. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador alcançou 65,9 pontos, uma alta de 7,7 pontos ante o dado anterior, de julho, e de 18,5 pontos em relação a janeiro deste ano, quando teve o pior resultado desde o início da crise.

 

“Os resultados indicam que o empresário está percebendo o fim da crise e aposta em uma recuperação sustentada no futuro”, avaliou Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI. Ele explicou que os números são mais fortes do que antes do início da crise porque partem de um patamar mais baixo.

 

“Antes, a produção industrial estava num ritmo forte, então o empresário não acreditava que subiria muito. Como agora estamos com uma produção ainda inferior em relação ao ano passado, o empresário tende a apostar numa alta mais rápida”, analisou. Fonseca lembrou que o ICEI é um indicador de evolução e não de faturamento real ou produção física, ou seja, ele aponta se o empresário acredita que haverá crescimento e não o quanto já evoluiu ou deve crescer.

 

O ICEI subiu puxado principalmente pela componente que avalia as condições atuais da economia brasileira e da empresa em relação aos seis meses anteriores. Esse indicador subiu de 47,2 pontos em julho para 60,5 pontos. É a primeira vez que esse indicador supera, neste ano, a linha dos 50 pontos (valores abaixo de 50 indicam falta de confiança e, acima disso, otimismo). “A avaliação sobre as condições atuais denota que o industrial acredita que a crise acabou”, salientou Fonseca.

 

O ICEI registrou alta, tanto ante julho deste ano quanto na comparação com outubro de 2008, nos três portes de empresas. O indicador subiu mais entre as grandes empresas: 8,7 pontos ante julho, tendo ficado em 68,1 pontos. “A grande empresa é normalmente quem reage mais rápido às mudanças de cenário”, lembrou Fonseca. Entre as médias, o indicador ficou em 65,9 pontos, 7,4 pontos a mais do que em julho. Entre as pequenas, o ICEI foi de 63,1 pontos, 6,9 pontos acima do patamar de julho.

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Callcenter.inf.br – O que espera para o mercado de contact center em 2017?
Moura: Após os momentos de incertezas de 2015 e 2016, acreditamos que a partir de março de 2017, o mercado se restabeleça e siga projeções de crescimento.
Qual deve ser o grande desafio das empresas do setor nesse ano?
Os maiores desafios são superar as expectativas dos clientes em relação a atendimentos cada vez mais eficientes, utilizando novas plataformas de interação empresa/consumidor, gerando resultados maiores e melhores para seus respectivos negócios.
Quais devem ser as tendências?
Sem dúvida a otimização do tempo do cliente e a qualidade no atendimento. Quanto mais a experiência que o cliente tiver com a empresa for positiva e inovadora melhor para o negócio. Vivemos na Era onde tudo está ao alcance do cliente onde ele estiver e como ele quer, cabe a nós, fornecedores de serviços, atender prontamente e com qualidade as necessidades dos consumidores.
Quais são os planos da sua empresa?
Otimizar as operações dos nossos clientes trazendo melhoria na performance dos nossos profissionais e atingir uma taxa de crescimento superior a dois dígitos. Temos uma meta de 22%.
Pretendem trazer alguma novidade?
Buscar novos mercados ainda não explorados pelo Grupo Vector, assim como a diversificação do portfólio na área de tecnologia. Estamos com um projeto-piloto que pretendemos lançar até o 2º semestre do ano.

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