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Trabalho em equipe

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Autor: Ana Maria Ferraz de Campos

 

Trabalhar em equipe é sem dúvida muito produtivo e ao mesmo tempo desafiador. Conversando com nossos alunos quando ministramos treinamentos voltados para o tema, identificamos que os grupos geralmente chegam com muitas queixas prontas. Parece que fica sempre muito complicado vencer as resistências, que incluem desmotivação, falta de liderança, rotinas, desconfiança e sistematização de normas que restringem a criatividade.

 

A comunicação deficiente e ineficaz costuma ser o maior e mais forte dos impedimentos. Os estilos pessoais e modelos mentais diversos criam, algumas vezes, impedimentos para os bons resultados esperados pela equipe. Quando não acontece a boa comunicação, as potencialidades de cada um são empobrecidas.

 

Com um olhar especial, essa diversidade pode ser o que garante à equipe uma visão mais rica e eficaz. É nessa diversidade que as equipes se enriquecem. Um bom líder sabe observar as diferenças e utilizar as visões para fortalecer o potencial do time. Ele utiliza cada parte em benefício do todo.

 

Dentro de uma equipe, alguns gostam de ler, pesquisar; outros têm muitas ideias; outros preferem ir diretamente à ação; alguns planejam antes de agir enquanto outros se divertem com a experimentação. Há aqueles que dirigem trabalhos enquanto outros otimizam dados, cuidando de resumos. Alguns odeiam ficar em longas conversas enquanto os colegas preferem compartilhar sua forma de pensar.

 

Nas empresas, as áreas competentes podem produzir os resultados necessários para complementar um projeto ou lançar um produto. Uma boa equipe trabalha com respeito mútuo, cooperação, confiança, compartilhamento, disposição e boa vontade, além de flexibilidade.

 

O sucesso de uma equipe depende de metas claras e de liderança para criar motivação. Isso é o que distingue uma equipe de simplesmente um grupo. Trabalhar em equipe é o meio mais adequado para que se possa obter resultados mais ricos. Mentes unidas em direção a uma solução geram produção de ideias que uma só pessoa em sua área, ainda que com muito conhecimento, nem sempre consegue desenvolver e executar sem ajuda.

 

As equipes, quando bem organizadas, dividem tarefas: cada pessoa executa parte do processo e informa entre todos por onde caminham. Alinhada, a equipe não desperdiça energia. Estabelece missão, propósito, garante sinergia e ações coerentes. A visão compartilhada permite que cada qual mantenha sua própria visão sem que haja prejuízo dos interesses pessoais e os esforços se complementam.

 

Numa organização, reuniões aonde muitas ideias são lançadas sem uma meta comum podem durar horas e, apesar de se contar com excelentes elementos, cada um conta sua “verdade” particular. A manutenção do foco e do proposito garantem o trabalho em equipe.

 

Preconceitos, estrelismos, falta de domínio pessoal e gerencias centralizadoras são inimigos da formação e desenvolvimento das equipes. Bons exemplos disso são os times esportivos em que posições definidas se complementam e agregam valor à equipe, ao mesmo tempo que os talentos individuais continuam prevalentes. Há uma linha comum e a integração acontece, permitindo destaques ao longo do processo, tendo a harmonia garantida.

 

Ana Maria Ferraz de Campos é instrutora da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.

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Nos dias 05 e 06 de fevereiro, em São Paulo, a Universidade Am3 apresenta programa vivencial de Team Building. O principal objetivo do treinamento é proporcionar a construção e gestão de equipes de sucesso, fazendo das pessoas um forte diferencial competitivo. O trabalho será desenvolvido por meio da aplicação de um programa com atividades diversificadas e participativo, sempre acompanhadas de “feedback” e complementadas por sessões plenárias.

 

Sustentado no “Modelo Team Building”, este curso tem como objetivo o maior entendimento sobre a estrutura e funcionamento da equipe de trabalho, identificando forças impulsoras e/ou restritivas de uma equipe em funcionamento. Além disso, buscará entender teoria e prática do trabalho em equipe e a maior eficácia nas intervenções sobre a equipe, interpretadas a partir dos modelos comportamentais existentes.

 

Serviço
Data: 05 e 06 de fevereiro
Horário: das 9h às 18h
Local: Av. Paulista, 171, 7º andar – São Paulo/SP
Informações pelo telefone (11) 3082-7010, no site www.am3tmk.com.br ou pelo e-mail [email protected]

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Para ensinar alcançar o sucesso no processo de trabalho em grupo tão almejado pelas organizações, a Contmatic Phoenix, empresa organizadora do Cead (Cursos Especiais de Aprimoramento e Desenvolvimento) e especializada em softwares administrativos e contábeis, realiza no próximo dia 8 de dezembro o curso “Trabalho em equipe”. O treinamento é realizado com exercícios práticos que dependem do envolvimento direto dos participantes. “Por meio de um jogo dramático trabalhamos temas como liderança, competência emocional, ética, gerenciamento de riscos e relacionamento interpessoal, ou seja, o perfil atualmente exigido do trabalhador pelo mercado”, diz Maria Inês Paton, psicoterapeuta e professora do programa CEAD.

O termo “trabalho em equipe” já não é mais novidade na área de Recursos Humanos, mas as empresas continuam a debater como tornar essa tarefa bem-sucedida. Os resultados ainda são insatisfatórios quando a missão é integrar duas ou mais pessoas para desempenharem com sucesso o trabalho em conjunto, umas auxiliando as outras. Ansiosas por efeitos imediatos, as organizações não se deram conta que para alcançar a produtividade almejada devem começar pela conscientização e alinhamento entre os ideais e metas dos participantes do processo.

“Toda mudança requer tempo, e o mesmo acontece com o trabalho em equipe. É um período de muitas divergências entre os funcionários e o ponto de partida é identificar a origem dos problemas. Desejos individuai s precisam ser alinhados para conquistar os objetivos e resultados. Os obstáculos devem ser identificados e resolvidos também em equipe”, explica Maria Inês Paton.

Serviço
Data: 8 de dezembro
Local: Sede da Contmatic Phoenix – Rua Padre Estevão Pernet, 215, Bairro do Tatuapé – São Paulo/SP
Informações pelo telefone (11) 6942-6720 ou no site www.contmatic.com.br

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O termo “trabalho em equipe” já não é mais novidade na área de Recursos Humanos, mas as empresas continuam a debater como tornar essa tarefa bem-sucedida. Os resultados ainda são insatisfatórios quando a missão é integrar duas ou mais pessoas para desempenharem com sucesso o trabalho em conjunto, umas auxiliando as outras. Ansiosas por efeitos imediatos, as organizações não se deram conta que para alcançar a produtividade almejada devem começar pela conscientização e alinhamento entre os ideais e metas dos participantes do processo.

“Toda mudança requer tempo, e o mesmo acontece com o trabalho em equipe. É um período de muitas divergências entre os funcionários e o pont o de partida é identificar a origem dos problemas. Desejos individuais precisam ser alinhados para conquistar os objetivos e resultados. Os obstáculos devem ser identificados e resolvidos também em equipe”, explica a psicoterapeuta e professora do programa de Cursos Especiais de Aprimoramento e Desenvolvimento (Cead), Maria Inês Paton.

Para ensinar como transformar essa teoria em prática, a Contmatic Phoenix, empresa organizadora do Cead e especializada em softwares administrativos e contábeis, realiza no próximo dia 3 de dezembro o curso “Trabalho em equipe”. Com 5 horas/aula, o treinamento é realizado com exercícios práticos que dependem do envolvimento direto dos participantes. “Por meio de um jogo dramático trabalhamos temas como liderança, competência emocional, ética, gerenciamento de riscos e relacionamento interpessoal, ou seja, o perfil atualmente exigido do trabalhador pelo mercado”, diz Maria Inês.

Serviço
Data: 3 de dezembro
Local: Sede da Contmatic Phoenix – Rua Padre Estevão Pernet, 215, Bairro do Tatuapé – São Paulo/SP
Informações pelo telefone (11) 6942-6720 ou no site www.contmatic.com.br

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A maior parte das horas do nosso dia é gasta no trabalho, onde é preciso dividir o espaço, as tarefas e os projetos com um grupo – seja grande ou pequeno – de companheiros de trabalho. Companheiros que podem se transformar em grandes parceiros, mas que, muitas vezes, são tão diferentes e têm idéias tão distintas que se torna um desafio diário manter um ambiente sereno e produtivo de trabalho.
Desentendimentos e dificuldades dentro da equipe são fatais para qualquer empresa. Constituir e dinamizar uma equipe de trabalho é uma tarefa longa, mas que compensa. “Os times de sucesso tendem a desenvolver metas coletivas, que vão além daquelas que a empresa determinou para eles”, afirma Werner Kugelmeier, diretor da WK Prisma, consultoria humana-empresarial de Campinas.
A receita para a equipe de sucesso, segundo o consultor, é a presença de uma liderança participativa e afetiva, movida por muito esforço e dedicação. “Uma equipe é uma equipe de fato quando saiu da fase de (apenas) buscar resultados financeiros e passa a ter uma preocupação real com o bem-estar das pessoas, dentro e fora dela”, afirma Werner.
De acordo com Werner, é vantajoso para a equipe ser composta por membros polivalentes e diferentes entre si. “Quanto mais polivalentes forem os membros, melhor. Um pouco de polêmica não prejudica; unanimidade, ao contrário, tende a atrofiar potenciais”, afirma. “Os profissionais precisam ter senso crítico aguçado e até serem competitivos, mas com vontade e capacidade de cooperar com a equipe antes que a corda arrebente”, defende o consultor.
Para Werner, equipes que funcionam no esquema “o líder manda e os outros apenas obedecem” estão fadadas ao fracasso. “Se o líder só quer mandar, não precisa de equipe. Quando se unem inteligências, certamente o resultado é melhor”, diz.
Ter iniciativa e não esperar que os outros ajam por você é um primeiro passo para quem atua em equipes. “Quando se fala em trabalho em equipe, as formigas dão uma aula. Elas vivem numa estrutura organizada e sabem o que fazer pelo bem comum – sem receber ordens para agir. Quando estão em ação, a sincronia entre elas é tão perfeita que parecem funcionar como membros do mesmo corpo. São uma evidência de que a união gera força”, explica.
Segundo o consultor para a “alquimia” empreendedora de uma equipe funcionar, de forma vencedora, é preciso:
– Objetivos comuns, assumidos individualmente.
– Papéis diferenciados, cada um fazendo sua parte e contribuindo para o coletivo.
– Espaço autônomo, dando vazão à liberdade.
– Franqueza construtiva na articulação de pontos críticos – tapar o sol com a peneira não resolve; os conflitos e problemas devem ser expostos, discutidos e esclarecidos.
– Receptividade objetiva na hora de escutar as críticas – trabalhar em equipe não é só criticar os parceiros. Saber ouvir é fundamental.
– Integração com os outros times na busca de conhecimento e apoio.
– Motivação, coesão, organização.
E para Werner, o que mina os resultados esperados do trabalho em equipe são:
– Falta de confiança: as pessoas precisam se sentir à vontade, dispostas a mostrar sua vulnerabilidade e ter certeza de que seus pontos fracos jamais serão usados contra elas; o líder deve dar o ponta-pé inicial, mostrando a própria vulnerabilidade.
– Falta de conflito: as reuniões se tornam mornas e entediantes. O líder deve abrir espaço para que os membros da equipe aprendam a lidar com conflitos e apenas interferir quando “não tem solução”.
– Falta de comprometimento – Debates mascarados dificultam o comprometimento assertivo, porque ninguém se envolve com a decisão. O líder precisa conduzir a um plano de ação, estabelecendo de forma objetiva as tarefas e prazos de cada um.

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Luiz Felipe Cortoni
Nos últimos tempos as empresas redescobriram o trabalho em equipe, pois não podemos dizer que não era seu conhecido desde muito tempo atrás. Com os programas de qualidade esta forma de trabalhar voltou como uma onda muito forte ao cotidiano de muitas pessoas. A partir daí ocorreu um efeito endêmico muito significativo: hoje dificilmente este não é um comportamento exigido das pessoas dentro de qualquer empresa. No entanto, para desenvolvê-lo é preciso, por exemplo, um ingrediente que é muito escasso nas empresas hoje: o tempo.
Na verdade, uma verdadeira equipe de trabalho precisa de tempo para que seus membros possam, por exemplo, ajustar suas diferenças individuais (de percepção, de forma de trabalhar, de relações…). Este é o primeiro passo para o caminho em direção à produtividade da equipe; quando uma equipe amadurece estas diferenças são colocadas a serviço do coletivo. Além deste aspecto, o verdadeiro trabalho em equipe implica em uma organização interna de papéis/recursos/dinâmica de funcionamento, acertos de convivência, grau de autonomia decisória, relações com o líder… detalhes que precisam aparecer e serem tratados rapidamente pela equipe, sob pena de adiar seus melhores níveis de produtividade e de sucesso. Neste sentido é que sabemos que isto não é fácil de se conseguir, nem tampouco rápido de se consolidar em meio ao trabalho cotidiano de muita pressão, principalmente por resultados. Por isso dissemos no início, que as soluções nem sempre são fáceis de se implementar, pois as fermentas tradicionais disponíveis não dão conta do problema, agora colocado de maneira mais clara.
Para chegar ao estado de produtividade ideal parece importante, portanto, que a equipe separe periodicamente um espaço e um tempo para realizar alinhamentos: das expectativas, das relações, dos conflitos, das individualidades em direção aos objetivos e aos resultados. Desta forma é mais adequada a construção daquilo que se denomina “pactos de convivência” entre os membros da equipe. São condições, expectativas e percepções individuais explicitadas e negociadas em relação à situação em que a equipe se encontra, ou deseja chegar. Construir um pacto deste tipo implica, portanto, em sentar junto com uma certa periodicidade e resolver questões do tipo:
– definição de objetivos e metas;
– divisão de papéis e funções;
– ajustes interpessoais;
– resolução de conflitos;
– definição da organização do trabalho e dos níveis de autonomia;
– relações com o líder.
No fundo é uma metodologia que propõe uma solução negociada de conviver mais focada do que um treinamento genérico, sem, no entanto, chegar aos resultados da psicoterapia em termos de profundidade e de tempo. Este tipo de intervenção tem se mostrado muito eficaz para equipes que precisam promover ajustes internos, no sentido de construir-se, ou de alavancar seus resultados e trazer saúde relacional à sua convivência cotidiana. Normalmente despende o mesmo número de horas de um treinamento comum, porém seu método, além de focado, respeita muito mais as características do desenvolvimento de equipes: o tempo e o esforço de construção utilizando as soluções que saem da própria equipe.
Luis Felipe Cortoni, professor do Instituto Vanzolini (USP) e sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.

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