Anitta entra para o Conselho do Nubank

Banco acredita na expressividade da contribuição da artista pela expertise na construção de marcas

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David Vélez, Anitta e Cristina Junqueira
David Vélez, Anitta e Cristina Junqueira

O Nubank anunciou a nomeação da cantora Anitta como membro do Conselho de Administração da empresa. Conforme explicou David Vélez, CEO e fundador da fintech, a artista vai participar de reuniões trimestrais com os outros seis conselheiros e a diretoria para discutir decisões estratégicas do futuro do banco. “Ela terá um papel importante em ajudar a empresa a aprimorar ainda mais seus serviços e produtos”, garantiu. Segundo ele, mais do que o crescimento exponencial do Nubank, Anitta se motivou pelo impacto real que os produtos têm causado na vida das pessoas. “A cantora, que cresceu em Honório Gurgel, no subúrbio do Rio de Janeiro, conhece bem as dificuldades de quem procura um banco sem sofrer com tarifas, taxas abusivas e atendimento inefciente.”

Por sua vez, ao comentar a novidade, Anitta, declarou que “é muito chato e constrangedor não conseguir ter acesso a produtos financeiros. Muita gente na América Latina sempre viveu de emprego informal. Como essas pessoas vão ter histórico de crédito? Fiquei impressionada ao ver o trabalho do Nubank em fazer com que milhões de pessoas se sintam incluídas, podendo ter uma vida financeira melhor”. Para o banco digital, no entender do CEO, “aliar-se à maior e mais influente artista do Brasil significa contar com sua expertise em construção de marcas. Anitta é uma empreendedora extremamente bem sucedida que usou sua visão estratégica para expandir a carreira não só na América Latina e nos Estados Unidos, mas globalmente”.

A cantora será a terceira mulher do Conselho Administrativo do Nubank. Ela se junta a outras profissionais de peso, como Anita Sands, professora da universidade americana de Princeton e ex-diretora de operações do banco suíço UBS, e como Jacqueline Reses, ex-presidente da fintech Square e atual presidente do Conselho Consultivo Econômico do FED, o banco central norte-americano.