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A gestão da ética sofreu evoluções ao longo dos anos para a Companhia Paulista de Força e Luz, CPFL Energia. De maneira estratégica e complexa, o tema é tratado em diversos canais representativos e, talvez a maior mudança tenha ocorrido em virtude da maior aproximação da empresa com os diferentes públicos externos. 
Em 2001, a diretoria executiva da companhia aprovou a implantação do código de ética e de conduta empresarial e, instituiu o Sistema de Gestão da ética, mais o comitê de ética e de conduta empresarial, este com as atribuições específicas de apoiar a direção da empresa nos aspectos relacionados à implantação, à disseminação e à gestão das diretrizes estabelecidas no código.  Em dezembro de 2006 foi lançada uma nova versão de tais estruturas e, ainda, introduzidas alterações no Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética (SGDE). 
Passados seis anos, já em 2012, foi iniciado o processo de revisão do código de ética e de conduta empresarial da companhia. “Nesse processo, foram realizadas consultas a todos os colaboradores via intranet, organizados grupos focais para públicos específicos, além de um diálogo com stakeholders que contou com a participação de diversos públicos de relacionamento da empresa: clientes, fornecedores, imprensa, poder público, colaboradores, formadores de opinião, entre outros”, explica o diretor de comunicação empresarial e relações institucionais da CPFL Energia, Augusto Rodrigues. “Na busca por transparência em seus processos, nosso comitê conta com membro representante da sociedade civil, prática diferenciada e considerada de alta importância pela organização”, completa.
Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética (SGDE)
Com grande peso na companhia para o gerenciamento de um tema que parece ser tão intangível como a ética, o SGDE alcança toda a rede de relacionamentos da companhia. A estrutura possui dispositivos para a difusão e aplicação do código, disponíveis para os públicos interno e externo, um consultório ético- canal para consulta, esclarecimento e, eventualmente, aconselhamento sobre dúvidas e conflitos éticos -, o Portal Ética em Rede, no qual os colaboradores têm acesso aos principais dispositivos do SGDE no Grupo e, por fim, um plano de comunicação permanente.
“O Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética na CPFL Energia incorpora as mudanças que resultam do profundo processo de reflexão interna e do diálogo com todos os nossos públicos de relacionamento”, afirma Rodrigues. “Ele consolida as nossas crenças e explicita os princípios e as diretrizes que devem reger a nossa atuação, fundamentados em uma visão contemporânea da ética aplicada aos negócios”, conclui.
De acordo com o executivo, as evoluções na gestão da ética têm como objetivo integrar as redes de relações compostas por diferentes atores, os quais, realizando negócios, “realizam também os interesses mais elevados da sociedade”. “É também uma forma de promover transparência, na medida em que nos permite compartilhar princípios e valores que temos como essenciais na realização da nossa visão de longo prazo e na orientação de nossas atividades mais imediatas”, diz Rodrigues. “Tendo como base esses princípios e valores, propomo-nos a estabelecer diálogos com nossos públicos e com a sociedade, de modo que possamos, juntos, criar valor econômico, social e ambiental relevante”, finaliza.

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