Diretora comercial da Caju analisa a maturidade do mercado e o uso de tecnologia e humanização para melhorar a experiência de empresas e colaboradores
Quatro anos após a primeira participação na Série de entrevistas da ClienteSA, a Caju volta em um momento de plena evolução do mercado de benefícios corporativos. Desde o início da operação, em 2020, já com benefícios flexíveis, a startup acompanhou e ajudou a impulsionar mudanças profundas no setor, que ganhou marco regulatório, novos decretos e um modelo B2B2C cada vez mais centrado na experiência do colaborador. Combinando inovação tecnológica e escuta ativa, a empresa diversificou o perfil de clientes, em uma base que já reúne mais de 75 mil organizações e 1,5 milhão de usuários, e transformou propostas disruptivas em soluções escaláveis, capazes de atender tanto startups quanto grandes e tradicionais marcas, conforme compartilhou Giulliana Guazzelli, diretora comercial da Caju, hoje (29), na 1271ª edição da Série Entrevista ClienteSA.
Convidada a falar sobre o que mudou na atividade ao longo dos últimos quatro anos, período desde a live anterior com a empresa, ela destacou as propostas disruptivas de benefícios flexíveis inseridas no segmento. “Começamos a operar nesse mercado em 2020 e foi justamente dois anos depois que surgiu o primeiro marco regulatório do mercado de benefícios. Outros decretos foram publicados nos anos subsequentes. E, hoje, ele está muito aquecido, evoluiu muito com um modelo B2B2C muito focado no cliente. E junto viemos aplicando muita tecnologia e humanização pensando em facilitar cada vez mais a vida dos nossos dois tipos de clientes – a empresa e o colaborador usuário dos nossos serviços.”
Giulliana explicou que a base da Caju começou a ser formada por startups de tecnologia, por contar com um público jovem, já conectado e, portanto, mais aderente à proposta da empresa. “Essas organizações entenderam que os benefícios flexíveis e a facilidade e praticidade de uso e gestão dos mesmos seriam a melhor forma de reter os talentos. Os colaboradores já estavam habituados ao modelo de usabilidade de aplicativo e se sentiam confortáveis com isso. Na sequência, os RHs começaram a enxergar a oportunidade de também atrair talentos, aproveitando-se das inovações que trazíamos.”
O surgimento da pandemia também foi um fator que trouxe um boom de crescimento para a marca, segundo a diretora, por conta da oportunidade de inovar com o cartão virtual. A partir daí, foi-se ampliando o perfil de clientes, entrando na base indústrias maiores e marcas mais tradicionais. “Posso citar, por exemplo, Boticário, Braskem, Embraer, Aurora Coop, o que nos leva a ter de inovar constantemente para atender às necessidades desse público muito mais amplo.”
Indagada pela audiência se a área comercial contribui com feedbacks para a inovação nos produtos, Giulliana respondeu que cada vez mais as áreas trabalham próximas, citando um exemplo concreto em relação ao vale transporte. “Muitas vezes, no mercado, ele é chamado jocosamente de ‘vale transtorno’, em virtude da quantidade e variedade de operadoras envolvidas, dificultando tanto o uso quanto a gestão desse benefício. Desse problema surgiu um projeto de ‘voice costumer’, a partir de nossos feedbacks, que demandou muito estudo, fazendo nascer, por meio de tecnologia, uma nova categoria de vale transporte flexível.” Na sequência, ela explicou como se dá o processo de escuta ativa e CRM.
Durante a conversa, ela falou ainda da necessidade de especializar e aprimorar as áreas de customer success e CX para dar conta da escalada que levou a empresa a uma base com mais 75 mil clientes-empresas, envolvendo 1,5 milhão de colaboradores-usuários. Também descreveu o uso de IA para apoiar o atendimento humanizado e continuar com a política de cada vez mais proximidade com cliente. O vídeo, na íntegra, está disponível no nosso canal do YouTube, o ClienteSA Play, junto com as outras 1270 lives realizadas desde março de 2020, em um acervo que já passa de 4,2 mil vídeos sobre cultura cliente. Aproveite para também se inscrever.
A Série Entrevista ClienteSA encerra a semana, amanhã (30) com o Sextou, que debaterá o tema “Cliente Global: Inteligência artificial ainda domina previsões de CX em 2026?”, reunindo Camila Ferreira, CEO e fundadora da Rise UP, Ladislau Batalha, CEO e fundador do LAB Experience, e Rodrigo Tavares, partner da IN Digital. E vem por aí: na segunda-feira (02), Lucía Sarraceno, diretora de marketing e clientes da Zurich, que falará de quando empatia e insights se transformam em evolução de CX; na terça, será a vez de Lucas Zanon, CEO da Evmob; na quarta, Gustavo Oliveira, CPO do Skeelo; e, na quinta, Fernanda Milred, COO da Livo.





















